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72ª sessão da AG da ONU: Brasil discursou primeiro – como sempre faz há 72 anos 20 Setembro 2017

72ª sessão da AG da ONU: Brasil discursou primeiro – como sempre faz há 72 anos

A ausência mais notada é a da chanceler Angela Merkel, que está ‘em casa sua’ a trabalhar para a campanha eleitoral. Outras ausências destacadas são as do presidente russo, do presidente chinês e do presidente venezuelano.

O presidente Temer abriu a sessão: “Recusamos os nacionalismos exacerbados. Não acreditamos no protecionismo como saída para as dificuldades económicas – dificuldades que demandam respostas efetivas para as causas profundas da exclusão social”, defendeu o presidente diante dos líderes dos 193 países-membros da ONU.

Aranha decisivo na primazia do Brasil

O Brasil tem a primazia na hora de abrir cada magna assembleia das Nações Unidas, um direito que conquistou por obra e graça de Oswaldo Aranha. Este então ministro dos negócios estrangeiros, sob o presidente Getúlio Vargas, teve grande importância na história da organização e presidiu a primeira sessão especial da Assembleia e a segunda sessão ordinária no mesmo ano. Nestes dois encontros, foi aprovada a criação do Estado de Israel, com voto favorável do Brasil, que apoiava a solução de dois Estados e era contra os argumentos de que os árabes eram maioria na região.

Em reconhecimento ao papel desempenhado por Aranha nos primórdios da ONU, o Brasil, desde então, abre os discursos da Assembleia Geral. Os Estados Unidos, o anfitrião, é o segundo a falar. Para todos os outros países, a ordem de discurso é baseada no nível de representação, preferência e outros critérios.

Fontes: transmissão televisiva em direto e agências; documentos da Fundação Getúlio Vargas.

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