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A juventude e os desafios 12 Agosto 2017

Se a juventude não for bem orientada, ela dificilmente pode dar o que não recebeu. Se a juventude não for transformada pelo poder da educação consequentemente fica impossibilitada de poder dar a brilhante contribuição capaz de provocar a mudança e transformação social. Se a juventude não for direcionada para condutas de referências singulares, a capacidade de ser referência para a sua geração tem uma grande probabilidade de ficar condicionada e sem grandes expressões.

Por: Emanuel Ramos

A juventude e os desafios

O status quo da nossa juventude é desafiador, na medida em que estamos face a um mundo globalizado em que localmente temos emergência e proliferação multidimensionais de males sócias de naturezas complexas, sendo assim é preciso trabalhar num novo paradigma exequível e paradigmático. Fazer face aos males sociais contemporâneo é necessário a coragem de liderança comprometida em não agradar os jovens com atividades e eventos que promovem a queda de valores, mas enfrentar a juventude com amor, rigor e disciplina a luz de uma pedagogia orientada para um método ativo no desenvolvimento de competências cognitivas, afetivas e psicomotoras, isto é, desenvolver nos jovens o saber multidisciplinar, saber pensar, ser, estar e fazer orientado pelos princípios espirituais, éticos e morais. A juventude atual apresenta sinais candentes e preocupantes em que a inegociabilidade com a queda dos valores e reconstrução dos mesmos é o caminho que deve ser percorrido.

Para as novas demandas e ameaças sociais a família imprescindivelmente deve assumir a responsabilidade na educação de cada criança, adolescentes e jovens a fim de poder assegurar uma geração bem formada e capaz de liderar as esferas comportamentais necessárias.

Uma educação sob os pilares de comunicação e liderança intrapessoal, princípios de auto-análise, reflexão, motivação, determinação e auto-estima são aspetos que credibiliza o nível exequível da juventude.

Se a juventude não for bem orientada, ela dificilmente pode dar o que não recebeu. Se a juventude não for transformada pelo poder da educação consequentemente fica impossibilitada de poder dar a brilhante contribuição capaz de provocar a mudança e transformação social. Se a juventude não for direcionada para condutas de referências singulares, a capacidade de ser referência para a sua geração tem uma grande probabilidade de ficar condicionada e sem grandes expressões.

É fundamental ter uma geração de jovens que usam da liberdade para a construção do que é útil, agradável e de sustentabilidade a curto, médio e longo prazo. É determinante ter uma juventude que cultiva a revolução contra os males sociais pelo ato da inteligência aplicada em fazer as melhores escolhas e tomar as melhores decisões na vida.

Cultivar a cultura da paz, exercício de uma cidadania ativa, promoção e prática dos direitos humanos devem ser os caminhos que a juventude pode escolher. Bem aja a juventude.

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