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ARFA confirma entrada de ovos contaminados em Cabo Verde, mas tranquiliza que o produto já não se encontra disponível para venda no mercado nacional 12 Setembro 2017

Agência de Regulação e Supervisão dos Produtos Farmacêuticos e Alimentares (ARFA) acaba de confirmar que uma empresa cabo-verdiana importou, em junho último, ovos contaminados com a insecticida Fipronil provenientes da Bélgica, mas tranquiliza que o produto já não se encontra disponível para venda no mercado nacional . A reguladora garante, no entanto, que vai acompanhar o caso para proteger os consumidores no país.

ARFA confirma entrada de ovos contaminados em Cabo Verde, mas tranquiliza que  o produto  já não se encontra disponível para venda no mercado nacional

Em comunicado, o Conselho da Administração (CA) da ARFA salienta que, no quadro da confirmação da existência de ovos contaminados no mercado europeu, actuou de imediato. Informa que, enquanto autoridade competente para a regulação dos produtos alimentares e ponto de contacto de Cabo Verde do Sistema de Alerta Rápido para os Géneros Alimentícios e Alimentos para Animais da União Europeia – RASFF, recebeu, na passada sexta-feira, 08 de setembro, um alerta oficial relativo à exportação de ovos provenientes da Bélgica, contaminados com Fipronil, insecticida não permitido na cadeia alimentar.

A reguladora para a área de produtos alimentares fez questão de esclarecer que foi, no início de agosto, que tomou o conhecimento, através da comunicação social internacional, que se encontravam ovos contaminados no mercado de alguns países da União Europeia. O CA assevera que, considerando que a União Europeia é um dos principais mercados exportadores de produtos alimentares para Cabo Verde e com base em dados de importação de ovos disponibilizados pelas autoridades nacionais, a ARFA iniciou, de imediato, uma investigação no terreno para apurar se Cabo Verde teria importado ovos dos países visados.

«Da rastreabilidade efetuada no início de agosto, foi confirmada que uma firma comercial importou em junho de 2017 ovos provenientes da Bélgica e foi averiguado que este produto já não se encontrava disponível para venda no mercado nacional», lê-se no documento, sem contudo especificar o nome do importador do produto em causa.

Mesmo assim, a ARFA avisa vai continuar atento para proteger os consumidores cabo-verdianos. «A ARFA continuará a acompanhar o assunto junto das autoridades europeias e nacionais com vista à protecção dos consumidores».

O Conselho de Administração da ARFA tranquiliza, no entanto, os cabo-verdianos, informado que os ovos contaminados já foram retirados do mercado europeu. «De acordo com o alerta da RASFF, de 8 de setembro, os ovos contaminados já foram retirados do mercado europeu», conclui o comunicado que a que este jornal teve acesso.

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