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Ajuda orçamental: BAD aprova pacote de 20 milhões para Cabo Verde 23 Outubro 2017

O Conselho de Administração do Banco Africano de Desenvolvimento -BAD aprovou a concessão a Cabo Verde de uma ajuda orçamental de 20 milhões de Euros para 2018. “Esta boa notícia nos chega após algum período de concertação entre o Governo de Cabo Verde e o BAD, no quadro da nossa cooperação com este importante parceiro do desenvolvimento das nossas ilhas”, escreve na sua página oficial do facebook, o ministro das Finanças Olavo Correia.

Ajuda orçamental: BAD aprova pacote de 20 milhões para Cabo Verde

A fazer fé na mesma fonte, “estes 20 Milhões de Euros serão um importante reforço à implementação das políticas e reformas que o Governo tem em andamento e que serão um importante passo para chegarmos ao patamar de desenvolvimento que pretendemos. O trabalho tem sido e continuará a ser sempre árduo, mas é exatamente para isso que aqui estamos para dar o nosso melhor a cada dia que passa e garantirmos um Cabo Verde mais desenvolvido, justo e acolhedor para todos”.

Recorde-se que o OE para 2018 está estimado em 61,254,8 milhões de contos. Para aquele governante este orçamento “vai permitir um crescimento económico de 5,5 por cento (%) e ter um défice de 3.1 por cento (%)”.

“Os 61 milhões de contos é o volume de despesas que acreditamos ser necessárias para provocarmos a rotura na economia cabo-verdiana. É, entretanto, uma despesa suportada por um sólido financiamento e que nos permite ter um défice de 3.1% - inferior ao que temos previsto para este ano”, adianta Olavo Correia.

Segundo o ministro, com este Orçamento o executivo está a criar um quadro de soluções efectivas para os problemas concretos do país. “Vamos crescer entre 5 e 5.5% em 2018, para chegarmos ao 7% brevemente. Temos condições para crescer a níveis muito superiores”, garante.

Olavo Correia afirma ainda que, “a Proposta de Orçamento de Estado para 2018 procura trazer soluções efectivas para a economia cabo-verdiana, nomeadamente aos níveis do financiamento, dos transportes marítimos e aéreos, da implementação de uma burocracia amiga das empresas e medidas concretas de estímulo à criação, expansão e exportação das nossas empresas".

O governaste conclui dizendo que executivo está a criar as condições-base para que as empresas possam ter margem para inovar e reforçar as bases para a expansão dos seus negócios, de modo a gerarem emprego e rendimento. "Este é o alicerce do nosso crescimento. Tem que ser através de recursos endógenos. A nossa ambição relativamente ao crescimento é perfeitamente possível”, sublinhou Olavo Correia.

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