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Alunos do primeiro ao quarto anos residentes em Chã poderão frequentar aulas no local 24 Setembro 2017

Os alunos do primeiro ao quarto anos de escolaridades e residentes em Chã das Caldeiras poderão ter acesso às aulas sem terem de se deslocar à Cabeça Fundão, caso o Ministério da Educação aceitar a proposta alternativa enviada pela delegação de Santa Catarina.

Alunos do primeiro ao quarto anos residentes em Chã poderão frequentar aulas no local

Perante as reivindicações dos pais e encarregados de educação de quase quatro dezenas de crianças em idade escolar, exigindo que seja aberta salas de aulas na Caldeira, o delegado do Ministério da Educação, depois de analisar a situação com a edilidade, já enviou uma proposta à titular da pasta da Educação.

Segundo apurou este diário, a ideia é manter os alunos do primeiro ao quarto anos na localidade, devendo os de quinto e sexto anos - devido a criação da nova estrutura de agrupamentos - se deslocarem até à Achada Furna para assistirem as aulas, sendo que o transporte será assegurado, desde o inicio das aulas, pelo próprio ministério.

O delegado do ME no concelho Osvaldo Rodrigues, que segunda-feira esteve na comunidade de Chã das Caldeiras, juntamente com o Director-geral do Ensino Superior, disse à Inforpress que particulares disponibilizaram duas salas que poderão ser arrendadas, para o funcionamento de salas de aulas, com duas turmas compostas, de modo a manter as crianças na própria comunidade.

O responsável acrescentou que tudo dependerá do aval do Ministério da Educação, que, em caso afirmativo, terá de nomear dois professores para Chã das Caldeiras.

Osvaldo Rodrigues pede aos pais e encarregados de educação para matricularem os seus filhos para permitir a delegação contabilizar o número exacto de crianças em idade escolar e em função disso tomar a decisão mais acertada.

Este assegurou à Inforpress que a edilidade de Santa Catarina, que está disponível para colaborar no arrendamento do espaço, também está a tentar dialogar com a titular da pasta da Educação para adoptar a nova alternativa.

Segundo Osvaldo Rodrigues, caso a proposta não for aceite, os alunos do primeiro ao quarto anos terão de se deslocar até Cabeça Fundão para assistir às aulas e os do quinto e sexto anos até Achada Furna.

No ano passado, havia um total de 14 alunos de Chã a estudar em Achada Furna e Cabeça Fundão, mas para este ano, apesar de ainda não existir número oficial, uma mãe e encarregada de educação e que tem sido o rosto da reivindicação, disse à Inforpress que até este momento estão cadastrados 36 alunos, sendo nove do quinto e sexto anos, e 27 de primeiro ao quarto anos, número que poderá aumentar.

Apesar do ano lectivo ter iniciado no passado dia 18, estas crianças ainda não tiveram contactos com professores e salas de aulas e estão a aguardar pela decisão das autoridades locais e nacionais.

Segundo o delegado, é provável que até final desta semana o Ministério tenha uma posição definitiva em relação à situação das crianças em idade escolar de Chã das Caldeiras.

O edil de Santa Catarina, Alberto Nunes, garantiu que a edilidade vai colaborar no sentido de ter parte das crianças a estudarem na própria localidade.

Sobre o transporte , o autarca tranquilizou aos pais e encarregados de educação de que os custos serão suportados pelo Ministério a partir do início do ano lectivo e não a partir de 01 de Outubro como tem estado a circular em Chã Caldeiras.

Quanto ao pré-escolar, da responsabilidade da edilidade, Alberto Nunes disse que já foi identificado um espaço, que está sendo preparado para funcionar como jardim-de-infância e mostra-se convicto de que estará operacional até final de Setembro para poder abrir as portas no início de Outubro.

C/Inforpress

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