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Antigo gestor da TACV Alfredo Carvalho é o primeiro a ser ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito 16 Novembro 2017

O antigo gestor da TACV-Cabo Verde Airlines, Alfredo Carvalho, é o primeiro dos inquiridos a ser ouvido, esta quinta-feira, 16 , na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar os actos de gestão da TACV. Depois de Alfredo Carvalho, seguirá Daniel Livramento, também antigo gestor da transportadora aérea nacional.

Antigo gestor da TACV Alfredo Carvalho é o primeiro a ser ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito

Para sexta-feira, 17, segundo uma nota de imprensa da Assembleia Nacional, os deputados membros da CPI agendaram para a audição o antigo secretário de Estado dos Transportes e Comunicações António dos Santos e o antigo ministro da Economia, Transportes e Comunicações Manuel Chantre.

Na primeira reunião desta CPI, realizada no passado 30 de Outubro, o seu presidente, Emanuel Barbosa, havia adiantado à imprensa que a lista das entidades a serem ouvidas, é “bastante longa” e nomes constantes dela foram propostos pelo MpD, já que a bancada do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição) e a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) não colaboraram nesse sentido.

Perguntado se o actual primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, vai ser ouvido pela CPI, tendo em conta que foi tutela da TACV, ao tempo em que desempenhou as funções de ministro das Finanças, Barbosa não descartou esta hipótese, isto “se for o entendimento da maioria dos deputados que compõem esta comissão”.

Esta CPI foi criada pela resolução n.º 48/IX/2017 de 11 de Julho de 2017, rectificada pelo BO n.º 41, de 20 de Julho de 2017, para averiguar os actos de gestão da TACV- Cabo Verde Airlines.

Entretanto, a CPI sobre a TACV esteve envolvida em polémica, pois o PAICV queria que fosse constituída uma segunda Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o negócio que o Governo fez com a Binter-CV (companhia aérea nacional), mas conforme disse Walter Évora (PAICV), na altura, o MpD “inviabilizou” esta iniciativa parlamentar da sua bancada, enquanto Filomena Gonçalves (MpD) justificou dizendo que havia “sobreposição de objecto”.

C/Inforpress

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