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Arranque das obras na única via de acesso ao Hospital Regional não impediu a realização da manifestação dos taxistas 18 Novembro 2017

Não obstante a presença de máquinas e do início dos trabalhos de reabilitação da única via de acesso ao Hospital Regional do Fogo, não desmobilizou os taxistas de realizar uma manifestação pacífica para reivindicar melhoria nas estradas do centro da cidade de São Filipe e no interior da ilha, onde a situação é também crítica. Antes do início da marcha dos taxistas, a edilidade de São Filipe, colocou no sítio um empreiteiro a “tapar” alguns dos muitos buracos e a demolir parte de betão colocado há menos de um ano

Arranque das obras na única via de acesso ao Hospital Regional não impediu a realização da manifestação dos taxistas

De tanto reclamar sem alternativas à vista, a Associação de Táxi do Fogo convocou uma manifestação, Seguindo-se numa marcha lenta pelo centro da Cidade dos Sobrados, com uma paragem frente à Camara Municipal de São Filipe, onde expõe as suas mensagens em cartazes.

Antes do início da marcha dos taxistas, a edilidade de São Filipe, colocou no sítio um empreiteiro a “tapar” alguns dos muitos buracos e a demolir parte de betão colocado há menos de um ano. Segundo informações prestadas pelo empreiteiro, a obra era para iniciar há sensivelmente dois meses, o que não foi possível por coincidir com período de chuva e havia receio na produção de pedras adequadas para o calcetamento. Entretanto, indicando que de acordo com o projecto a edilidade decidiu retirar o resto de asfalto e betão, substituindo o piso por calçada em toda a sua extensão, de aproximadamente um quilómetro.

Mesmo com arranque dos trabalhos, os taxistas não desistiram da manifestação, pois, segundo o presidente da associação desses profissionais, a reivindicação contempla outros troços como os de Vale dos Cavaleiros, a Chã das Caldeiras e o troço entre Patim e Salto, que se encontram também em péssimas condições, além do acesso ao hospital regional.

Oteldino Rodrigues Alves, presidente da Associação Táxi-fogo, disse que não é esta intervenção que ia desmobilizar os taxistas porque já houve duas intervenções e no entendimento da classe é preciso uma intervenção de fundo nas estradas.

Há ainda o caso do mau estado de conservação viária nas principais artérias da cidade de São Filipe, mas cuja solução divide os munícipes. Dum lado estão aqueles que preferem manter a tradicional calçada. Do outro, os que defendem a sua asfaltagem.

Para os profissionais do volante – que todos os dias em táxis, hiaces e carrinhas garantem o transporte de pessoas e mercadorias –, o estado dessas vias está mais que péssimo e pedem que se substitua a calçada por asfalto ou por um novo piso.

Passageiros e peões também dizem estar preocupados com a situação e pedem a intervenção das autoridades locais e nacionais, no sentido de melhorar, o mais rápido possível, as condições do tráfego rodoviário na ilha do vulcão.

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