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Aspirina, 10.10.1897 — tem 120 anos, mas investidores deixaram-na. A bola está do lado dos governos 11 Outubro 2017

O próximo grande desafio da aspirina: confirmar se trata o cancro do seio — lembremos isso no ’Outubro Rosa’. Mas razões do lado dos investidores impedem dar este que seria o próximo grande passo do mais que centenário comprimido. A opinião pública pode pressionar os governos para mais investimentos em investigação sobre o uso oncológico da aspirina, um dos medicamentos mais acessíveis e com provas dadas no tratamento de várias doenças?

“Já viram o poder de argumentação dessa gente?! Há um que sem argumentos de peso me manda tomar aspirina!” (Fórum online 12.11.2010)

A aspirina deve ser o medicamento mais popular de sempre, como o comentário acima ilustra retomando uma habitual expressão coloquial. Dores de dentes, febre, cefaleias, vago mal-estar….são algumas das maleitas para as quais o médico e o vulgo prescrevem o ácido acetilsalicílico.

O mais famoso médico da Antiguidade, Hipócrates, já prescrevia o ácido acetilsalicílico encontrável na casca do salgueiro, conta na sua história da medicina o médico Armando Moreno — que já cinquentenário descia da sua cátedra médica e sentava-se conosco caloiros nos bancos da faculdade de letras para aprender a escrever, como viria a esclarecer-se depois.

A planta ‘Salix Alba’ era utilizada no Antigo Egito para os mesmos fins acima elencados. Isso mostram papiros datados de há pelo menos quatro mil anos, e que estudos mais recentes têm decifrado.

A industrialização do extrato da planta que é o salicílico surgiu pois na Alemanha há cento e vinte anos. O mundo inteiro hoje usa esta “pílula mágica” inventada por um fabricante alemão.

Mas ainda desconhecemos todos os efeitos, bons e maus, proporcionados pelo uso da “aspirina-maravilha”.

Conquanto de tempo a tempo surjam alertas sobre os efeitos secundários da aspirina, a verdade é que instituições de investigação médica garantem que o “uso rotineiro da aspirina salva vidas”. Há recomendações (pelos mais prestigiados centros de investigação médica) dirigidas a “quem já sofreu um ataque cardíaco ou derrame, quem sofre de angina, ou se submeteu a uma cirurgia cardíaca” para “tomar de meia a uma aspirina por dia, salvo se tem intolerância à substância, o salicílico”.

Fontes: 1. Histórica referida no texto. 2. Harvard Health Letter. 3. Foto Google.

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