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Assassinato da mãe da inspectora Cátia Tavares: “Não é um processo fácil”, diz PGR 14 Novembro 2016

O procurador-geral da República (PGR) reconhece que o processo relativo ao homicídio da mãe da inspectora da Polícia Judiciária Cátia Tavares não é fácil de se investigar. Dada a complexidade do caso, Óscar Tavares diz que o Ministério Público recorreu a autoridades judiciárias estrangeiras, que estão a ajudar a identificar um conjunto de elementos que não estão no território nacional e que permitirão concluir o processo.

Assassinato da mãe da inspectora Cátia  Tavares:  “Não é um processo fácil”, diz PGR

“Estamos constantemente a pedir relatórios actualizados. Há empenho, mas consciente de que não é um processo fácil de se investigar, dada não só a sua complexidade como também a limitação de meios tecnológicos - infelizmente Cabo Verde não dispõe disso neste momento”, reagiu assim o PGR à pergunta do asemanaonline, que pediu o ponto de situação na investigação sobre o caso da morte da mãe da inspectora.

Esse tipo de processo, disse Óscar Tavares, exige cooperação internacional, além da que existe no país. Como o nosso interlocutor fez questão de frisar, os magistrados do Ministério Público, que estão a dirigir o inquérito, e os inspectores da Polícia Judiciária estão empenhados em apurar os factos investigados.

Tavares espera que, com a colaboração das autoridades estrangeiras, num período relativamente curto, sejam concluídas as investigações. Sobre as condições de segurança da inspectora e seus familiares, o procurador-geral da República é curto na resposta. “Aquilo que posso dizer é que a inspectora e os seus familiares estão seguros”, garantiu o mais alto magistrado do Ministério Público.

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