CORREIO DAS ILHAS

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Boa Vista: Passagens hidráulicas vão custar cerca de 20 mil contos 25 Agosto 2014

Vinte mil contos é o montante que o governo pretende empregar nas novas passagens hidráulicas, que irão servir de vias alternativas à ponte de Ribeira d’Água, na Boa Vista. A infra-estrutura deverá ficar concluída no final de Setembro.

Boa Vista: Passagens hidráulicas vão custar cerca de 20 mil contos

Esta é uma medida para prevenir males maiores com a chegada das chuvas. O montante estimado para a construção das passagens hidráulicas é de cerca de 20 mil contos, mas segundo o vereador da área da Protecção Civil da Câmara Municipal da Boa Vista, Idilton Brito, o Governo está à espera do orçamento da empresa que vai construir essas vias para confirmar o orçamento global.

Esta informação foi confirmada pela Ministra das Infra-estruturas e Economia Marítima, Sara Lopes: "Para além da ponte estar em construção, há sempre uma verba disponível para, se chover, manter aquela passagem como emergência. Também nas ribeiras de Santinha e Spinguera, se chover muito e ficarem intransitáveis, está-se a construir duas passagens hidráulicas que é mais ou menos nesse volume ou um pouquinho mais”. O arranque das obras das passagens hidráulicas está agendado para esta semana e a conclusão acontece um mês depois. A ponte de Ribeira d’Água deve ficar pronta em Setembro.

Entretanto, a Câmara Municipal da Boa Vista já tem pronto o seu plano de emergência para a época das chuvas, com os pontos “críticos” da passagem de água bem identificados. Ao mesmo tempo acontece o trabalho de correcção torrencial. A bomba de drenagem de água já foi instalada no bairro de Boa Esperança (Barraca). “Estamos preparados para a chegada das primeiras chuvas, tendo em conta os constrangimentos que a ilha enfrentou nos anos anteriores. Se chover hoje estamos prontos para qualquer eventualidade”, garantiu.

A edilidade também já identificou outras opções, via marítima, para abastecer os hotéis, o aeroporto e fazer o transporte das pessoas, caso seja necessário, avança Idilton Brito. É que com a queda da ponte em 2012 por causa das fortes chuvas, a única via alternativa foi várias vezes destruída, deixando a ilha totalmente dividida.

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade






Mediateca
Cap-vert

Uhau

Uhau