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Bolsa de Valores de Cabo Verde tem um novo Conselho de Administração 05 Agosto 2017

O ministro das Finanças de Cabo Verde, Olavo Correia, empossou, esta sexta-feira, o novo Conselho de Administração da Bolsa de Valores de Cabo Verde. O novo Conselho de Administração é composto pelo Presidente, Manuel Tavares de Lima, e pelos Administradores Executivos, Isidoro Gomes e Maria Jaqueline do Rosário.

Bolsa de Valores de Cabo Verde tem um novo Conselho de Administração

A nova equipa tem a missão de preparar a instituição para a sua internacionalização. Esta é a estratégica que o Governo tem traçado não só para a bolsa de valores, mas também para o sistema financeiro cabo-verdiano, garantiu o ministro das finanças, Olavo Correia, durante a tomada de posse do novo conselho de administração.

“Trata-se de uma equipa tecnicamente capacitada, diversificada e com várias valências e da qual o país espera trabalho abnegado e resultados concretos, nomeadamente no tocante à modernização do sistema financeiro e à internacionalização do mercado de capitais cabo-verdiano. A Bolsa de Valores tem aqui um papel importante para a concretização desses desideratos”, afirma Olavo Correia.

Outros objectivos, segundo a mesma fonte, são os de “atrair investidores, fundos de investimentos, captar poupanças de longo prazo de modo a criarmos as condições para o acesso ao financiamento por parte das nossas empresas. Vamos ter que criar um quadro institucional para que possamos aceder ao mercado de capitais nacional e internacional, igualmente promover as obrigações em títulos mobiliários, promover a literacia financeira, como uma forte aposta na divulgação de toda a informação relativa aos benefícios fiscais, a questão das boas práticas e a credibilidade das empresas”.

Neste sentido, Correia pede aos novos administradores uma actuação num quadro de total “transparência- esta é uma condição essencial para o alcance de uma importante ambição deste Executivo- montar uma Praça Financeira respeitável”.

Na sua opinião, isto é essencial e Cabo Verde não será um país desenvolvido sem se abrir ao mundo. “Só assim poderemos amplificar as oportunidades de emprego, rendimento e desenvolvimento para todos os cantos deste país e acabarmos de vez com a pobreza absoluta e diminuirmos consideravelmente a pobreza relativa. Precisamos urgentemente acelerar a dinâmica de crescimento da economia cabo-verdiana. As limitações são grandes, mas as oportunidades são igualmente imensas, com a vantagem de termos nas nossas mãos o futuro”, garante.

Para esse governante, esses passos são fundamentais, para que Cabo Verde consiga transformar numa verdadeira praça financeira internacional.

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