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‘Bullying’ em universidade americana – agressora expulsa e arguida após gabar-se em ‘social-media’ 03 Novembro 2017

O ‘bullying’ no sistema de ensino tornou-se uma realidade que atinge até universitários. Uma caloira da universidade de Hartford, no Conneticut, foi levada a tribunal para responder por ’bullying’, com provas postadas pela própria nos ‘social-media’.

‘Bullying’ em universidade americana – agressora expulsa e arguida após gabar-se em ‘social-media’

Brianna Brachu durante um mês e meio fez tudo para desasossegar e marcar o seu desprezo para com a colega Chennel “Jazzy” Rowe. Mas quando esta decidiu enfim mudar-se, descobriu que ainda havia pior e que possivelmente os problemas de saúde que enfrentara, incluindo suspeitas de envenenamento, desde que entrara para a universidade tinham a ver com os atos maléficos de Brianna.

A própria no fim estava a gabar-se de tudo o que fizera para infernizar a vida à Chennel. Cuspiu no fundo do frasco de óleo – contaminando-o, como só no fim a vítima descobriu —, colocou-lhe minhocas nos produtos de beleza, esfregou fluido corporal na escova de dentes, esfregou-lhe a mochila pendurada todas as noites junto à cama com tampões sujos, para que ela inalasse o sangue. A jovem ficou doente, mas só no fim descobriria a causa.

Brianna Brochu acusada de “comportamento inaceitável” para com uma colega na residência estudantil da Universidade de Hartford, foi presa no sábado passado.

A prova que incrimina Brianna, de 18 anos, esteve no ‘’Instagram’ e foi a própria a publicá-la. Ela vangloriava-se da vitória enfim obtida: estava livre da “Barbie jamaicana”.

As alegações apresentadas foram “extremamente perturbadoras” e “reprováveis”, segundo o presidente da ‘University of Hartford’ declarou num comunicado à imprensa esta segunda-feira.

A alegada vítima, Chennel “Jazzy” Rowe, tornou o caso público através de um vídeo postado na internet.

Justiça célere

O tribunal considerou que as provas eram suficientes para impor medidas de coação à ré Brochu, acusada de conduta atentatória da ordem e paz e de comportamento criminoso antissocial. Ela está proibida de voltar à universidade e deve manter distância da vítima.

O julgamento prossegue dentro de quinze dias. A expectativa da queixosa — e de apoiantes que ela entretanto foi angariando, entre eles figuras do cinema como Rhonda Rhymes e do ativismo como Shaun King — é que o caso venha a ser tratado como um crime de ódio, com penas mais gravosas.

Fontes: Courant Hartford. Twitters.

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