POLÍTICA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Jorge Santos representa Cabo Verde na VII Assembleia Parlamentar da CPLP 02 Dezembro 2017

O Presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, chefia uma comissão que irá participar na VII Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP), em Lisboa, durante os dias 4 e 5 deste mês. O encontro tem como lema: “O Reforço dos Laços Institucionais entre os Parlamentos”.

Jorge Santos representa Cabo Verde  na VII Assembleia Parlamentar da CPLP

A delegação, encabeçada pelo Chefe da Casa Parlamentar Cabo-verdiana, à reunião da Assembleia Parlamentar da CPLP a decorrer em Lisboa, incluirá ainda os deputados Rui Figueiredo Soares (MPD), Nuías Silva (PAICV), Georgina Duarte Gemié (MPD) e Ana Paula Moeda (PAICV).

Jorge Santos, na qualidade de dirigente da nação cabo-verdiana, vai assumir a próxima presidência rotativa da CPLP em 2018 e acolher a XII conferência de Chefes de Estado e de Governo. Vai intervir perante o Senado na próxima terça-feira.

Além dessa sessão plenária, que decorre na sala do Senado em Lisboa, acontece ainda a reunião dos Presidentes dos Grupos Nacionais da AP-CPLP das três Comissões Especializadas Permanentes, com a participação da rede das Mulheres Parlamentares da AP-CPLP. Vão debruçar-se sobre vários temas, designadamente, política, estratégia, legislação, cidadania e circulação, bem como economia, ambiente e cooperação, língua, educação, ciência e cultura.

De salientar que a AP-CPLP é o órgão da CPLP que reúne as representações de todos os Parlamentos da Comunidade, constituídas na base dos resultados das eleições legislativas dos respectivos países – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Esta Assembleia foi instituída pelo XII Conselho de Ministros da CPLP em Lisboa, desde Novembro de 2007, tendo realizado a sua primeira reunião em São Tomé e Príncipe, durante os dias 27 e 28 de Abril de 2009.

“Respeitando os valores comuns, ela constitui um espaço de fortalecimento de laços de cooperação, de solidariedade e de intercâmbio entre os Parlamentos membros, com vista a contribuir para a consolidação da paz, da democracia e do Estado de Direito nos respectivos países”, remata a nossa fonte.

Celso Lobo

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