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Cabo Verde sobe duas posições no Índice de Competitividade 29 Setembro 2016

Cabo Verde está na 110ª posição do Índice de Competitividade 2016-2017, divulgado pelo Fórum Económico Mundial. Melhorou, ao subir dois lugares, e é o país de língua oficial portuguesa melhor classificado. Este índice, que avalia 138 países, é uma espécie de termómetro do nível de produtividade, das condições oferecidas geradoras de oportunidades visando o sucesso das empresas. Os indicadores são calculados a partir de dados estatísticos e pesquisa de opinião junto dos Executivos dos países participantes.

Cabo Verde sobe duas posições no Índice de Competitividade

Cabo Verde aparece à frente de Moçambique, que manteve a 133ª posição obtida o ano passado. Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe não constam do Índice, enquanto Portugal desceu de 38º para 46º lugar.

A África do Sul é o melhor colocado na África, na 47ª posição, seguido do Rwanda (52º.) e Botswana (88º). Brasil perdeu seis posições, ocupando agora o 81º lugar, a pior classificação já atingida desde 1997, quando Fórum Económico Mundial começou a elaborar o Índice. Em quatro anos, o Brasil caiu 33 posições, revelando o agravamento da crise económica e o declínio da produtividade no país.

No top da lista está a Suíça, que continua em primeiro lugar pelo oitavo ano consecutivo. Além de líderes em inovação e sofisticação, os suíços registam uma taxa de desemprego estável e ganhos reais de salário. Seguem o Singapura e Estados Unidos. A Holanda e Alemanha, que inverteram as posições, completam o top 5.

Entre as características comuns dos países líderes do Índice, o relatório destaca a capacidade de se inserir na chamada quarta revolução industrial, caracterizada pelo desenvolvimento de tecnologias de fronteira como computação cognitiva, robótica, internet, biotecnologia e impressão 3D.

O Chile é o país da América Latina mais bem posicionado, tendo subido do 35º para o 33º lugar, seguido do Panamá (42º lugar). No fim da lista estão a Mauritânia, Chade, Burundi e Malawi.

118 variáveis foram analisadas e agrupadas em 12 categorias: instituições, infra-estrutura, ambiente macroeconómico, saúde e educação primária, educação superior e treinamento, eficiência do mercado de bens, eficiência do mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado financeiro, prontidão tecnológica, tamanho de mercado, sofisticação empresarial e inovação.

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