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A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Cabo-verdiano Luís Barros eleito administrador do BIDC 23 Agosto 2017

O empresário cabo-verdiano, Luís Barros, acaba de ser eleito Administrador do Banco de Investimento e Desenvolvimento da CEDEAO – BIDC, na 15ª Assembleia Geral desta instituição que está a decorrer em Abuja, na Nigéria.

Cabo-verdiano Luís Barros eleito administrador do BIDC

Conforme o governo, Luís Barros vai cumprir um mandato de dois anos, renovável até quatro anos. O nome do empresário que reside nos EUA foi proposto aos accionistas pelo Governo de Cabo Verde, representado através do Ministro das Finanças, Olavo Correia, que participa, enquanto Governante, nesta 15ª edição da Assembleia Geral do BIDC.

Em comunicado, o Palácio da Várzea diz congratula-se com esta eleição, pro considerar que representa mais um importante passo na estratégia de promoção dos quadros cabo-verdianos em instituições de peso tanto da nossa sub-região, como no mundo. «A eleição de Luís Barros representa igualmente mais uma importante etapa ganha na vasta ofensiva deste Executivo na mobilização de recursos para o financiamento ao setor privado, bem como na procura de meios para os projectos públicos de Cabo Verde», refere o documento.

Conforme a mesma fonte, Luís Barros, que reside nos Estados Unidos da América, é doutorando em na Universidade de Pensilvânia, EUA, desde 2016. É mestrado em Gestão de Empresas pela Escola de Gestão da MIT Sloan School, EUA, em 1999, e Licenciado em Gestão de Empresas pela Universidade de Gestão de Universidade de Massachusetts’ Isenberg School, EUA, em 1989. Informa o governo que Luís acumula uma vasta experiência em empreendedorismo e investimentos, com mais de 27 anos no ramo, tendo constituído empresas que foram posteriormente adquiridas por gigantes mundiais como a Microsoft. A sua carteira de clientes inclui, refere o comunicado, iniciativas de desenvolvimento científico, tecnológico e económico com países, universidades, indústria e governos.

Entretanto, o BIDC tem por objetivo geral contribuir para o desenvolvimento económico da África Ocidental tanto nos setores público como privado, através do financiamento dos projetos e programas da CEDEAO, nomeadamente em áreas como os transportes, a energia, as telecomunicações, a indústria, a redução da pobreza, o ambiente e os recursos naturais.

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