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Câmara dos Mosteiros prioriza Agricultura, Educação e Protecção Social 21 Novembro 2017

Agricultura, a Educação e a Protecção Social são as prioridades da Câmara dos Mosteiros para o próximo ano. Os três sectores vão consumir cerca de 40 mil contos do Orçamento Municipal que vai à apreciação e votação na Assembleia Municipal, no dia 24 deste mês.

Câmara dos Mosteiros prioriza Agricultura, Educação e Protecção Social

No sector agrícola, conforme o documento aprovado pela Câmara Municipal há pouco mais de duas semanas, a edilidade prevê utilizar o montante de 20 mil e 250 contos. O valor “será canalizado para a implementação de projetos de mitigação do mau ano agrícola no município e fomento da horticultura e da fruticultura”.

Para mobilizar os recursos necessários para a implementação desses projectos inscritos no Programa Municipal de Emergência, a Câmara Municipal conta com “o forte apoio e envolvimento do atual governo”.

Protecção Social

Segundo a Vereação, a proteção social dos mais vulneráveis merecerá uma atenção especial desta edilidade no exercício de 2018. A previsão de investimentos nesta categoria de despesa é de 12.225.344 escudos, incluindo os benefícios sociais.

Para o próximo ano económico, a Câmara Municipal reforçará os apoios para a reabilitação de casas de famílias carenciadas, o apoio médico-medicamentosa e o apoio nas evacuações.

De acordo com o Orçamento, a edilidade duplicará o apoio para o funcionamento do lar de idosos em Queimada Guincho, de entre outros projectos sociais em carteira.

Educação a prioridade das prioridades

A educação tem vindo sempre na linha da frente das prioridades da Câmara Municipal dos Mosteiros, que investe milhões de escudos todos os anos neste sector. E para o ano que vem não será diferente. Educação. Para este sector, a previsão é de 7 mil e 250 contos.

O montante será destinado a apoios para o pagamento de propinas dos estudantes do ensino superior, apoio de transporte aos estudantes do ensino secundário, apoio a estudantes do ensino básico, subsídios para o pré-escolar e outros apoios em materiais escolares.

Câmara dos Mosteiros propõe orçamento de 198 mil contos

A Câmara Municipal dos Mosteiros, liderado pelo edil Fernandinho Teixeira, propõe um orçamento de cerca de 200 mil contos, com um aumento de 9% em relação a 2017. A Câmara Municipal prevê arrecadar 198.005.858$00 - cento e noventa e oito milhões, cinco mil e oitocentos e cinquenta e oito escudos, sendo 121.005.858 escudos correspondentes às receitas correntes e 77.000.000 de escudos referentes às receitas de capital.

Segundo esta previsão, as receitas correntes registarão um aumento de 3 por cento em relação ao valor inscrito no Orçamento do ano em curso. As receitas de capital atingirão um aumento de 19% em relação ao ano económico de 2017.

No que diz respeito às receitas de capital, a Câmara Municipal faz notar que esta previsão se estriba nas receitas consignadas advenientes dos contratos-programa assinados com o governo, prevendo que a transferência desses recursos seja efectivada no decorrer do próximo ano económico.

Despesas e Investimentos

O Orçamento das despesas da Câmara Municipal dos Mosteiros para o ano económico 2018 é de 189.039.198$00 - cento e noventa nove milhões, trinta e nove mil, cento e noventa e oito escudos.

Deste montante, 49 por cento se destina às despesas de funcionamento, ou seja, pouco mais de 93 mil contos.

As despesas de investimento serão no valor de 95 mil e 750 contos. A agricultura, a educação e a protecção serão as áreas prioritárias de intervenção. Juntas vão consumir cerca de 40 mil contos do Orçamento de 2018.

Investimento na qualidade de vida dos munícipes

De acordo com a Câmara Municipal, “não obstante as incertezas económicas com as quais o mundo e o nosso país se confrontam e os efeitos do mau ano agrícola no nosso município, com este orçamento o executivo camarário preconiza um conjunto de acções e políticas que respondem às expectativas dos mosteirenses”.
A edilidade assegura que as actividades previstas no Plano aprovado recentemente serão implementadas de forma participativa, rigorosa e transparente, obedecendo a todos os preceitos legais.

A Câmara aposta também em “ medidas activas de mitigação dos efeitos do mau ano agrícola, através da concessão de apoios sociais às famílias e também através da implementação de projectos geradores de rendimentos, que visam o empoderamento económico dos munícipes nas suas respectivas comunidades”.

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