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Câmara dos Mosteiros propõe orçamento de 198 mil contos 16 Novembro 2017

A Câmara Municipal dos Mosteiros, liderado pelo edil Fernandinho Teixeira, propõe um orçamento de cerca de 200 mil contos, com um aumento de 9% em relação a 2017.

Câmara dos Mosteiros propõe orçamento de 198 mil contos

A Câmara Municipal prevê arrecadar 198.005.858$00 - cento e noventa e oito milhões, cinco mil e oitocentos e cinquenta e oito escudos, sendo 121.005.858 escudos correspondentes às receitas correntes e 77.000.000 de escudos referentes às receitas de capital.

Segundo esta previsão, as receitas correntes registarão um aumento de 3 por cento em relação ao valor inscrito no Orçamento do ano em curso. As receitas de capital atingirão um aumento de 19% em relação ao ano económico de 2017.

No que diz respeito às receitas de capital, a Câmara Municipal faz notar que esta previsão se estriba nas receitas consignadas advenientes dos contratos-programa assinados com o governo, prevendo que a transferência desses recursos seja efectivada no decorrer do próximo ano económico.

Despesas e Investimentos

O Orçamento das despesas da Câmara Municipal dos Mosteiros para o ano económico 2018 é de 189.039.198$00 - cento e noventa nove milhões, trinta e nove mil, cento e noventa e oito escudos.

Deste montante, 49 por cento se destina às despesas de funcionamento, ou seja, pouco mais de 93 mil contos.

As despesas de investimento serão no valor de 95 mil e 750 contos. A agricultura, a educação e a protecção serão as áreas prioritárias de intervenção. Juntas vão consumir cerca de 40 mil contos do Orçamento de 2018.

Investimento na qualidade de vida dos munícipes

De acordo com a Câmara Municipal, “não obstante as incertezas económicas com as quais o mundo e o nosso país se confrontam e os efeitos do mau ano agrícola no nosso município, com este orçamento o executivo camarário preconiza um conjunto de acções e políticas que respondem às expectativas dos mosteirenses”.

A edilidade assegura que as actividades previstas no Plano aprovado recentemente serão implementadas de forma participativa, rigorosa e transparente, obedecendo a todos os preceitos legais.

A Câmara aposta também em “ medidas activas de mitigação dos efeitos do mau ano agrícola, através da concessão de apoios sociais às famílias e também através da implementação de projectos geradores de rendimentos, que visam o empoderamento económico dos munícipes nas suas respectivas comunidades”.

Os instrumentos de gestão serão apresentados à Assembleia Municipal, cuja sessão ordinária para discussão e aprovação do Plano e do Orçamento está agendada para o dia 24 deste mês.

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