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Caso de fraude no Fogo: BCA esclarece que são situações excepcionais que estão sob alçada das autoridades 31 Janeiro 2018

O Conselho da Administração do Banco Comercial do Atlântico (BCA) veio a público exercer o direito de roposta, esclarecendo a informação publicada no ASemanaonline, onde dois empresários do Fogo acusam a instituição de fraude. Em causa estão mais de 4 mil contos subtraídos indevidamente nas suas contas. Em comunicado de imprensa chegada à redação deste jornal, o BCA faz questão de realçar que “tratam-se de duas situações excecionais que já se encontram na alçada das autoridades competentes, estando o banco a aguardar o desfecho das investigações para tomar as medidas que se impõem.”

Caso de fraude no Fogo: BCA esclarece que são situações excepcionais que  estão sob alçada das autoridades

Reagindo aos clientes lesados, a instituição avança, num comunicado lacónico, que os casos referidos são excepcionais e estão entregues as autoridades judiciais para efeito de investigação e apuramento das responsabilidades criminais e disciplinares.«Tratam-se de duas situações excecionais que já se encontram na alçada das autoridades competentes, estando o BCA a aguardar o desfecho das investigações, para tomar as medidas que se impõem», lê-se na nota remetida a este jornal.

Sendo assim, o BCA faz questão de se assumir como uma instituição sólida e que garanta segurança aos seus mais de 200 mil depositantes. « O BCA se assume como uma instituição sólida que garante a integridade e segurança das relações comerciais com os seus mais de duzentos mil depositantes, apostando em sistemas de segurança modernos e eficazes pelo que reiteramos aqui o nosso compromisso na prestação de um serviço de excelência e na salvaguarda dos interesses dos nossos clientes”, refere o Conselho da Administração.

Recorde-se que o comerciante da Cidade de São Filipe Daniel Barbosa Sena acusa o Banco Comercial do Atlântico de permitir, sem a sua autorização prévia, a mudança do seu endereço na sua conta bancária e dali permitir a subtração de mais de 3 mil contos, que precisava para exercer a sua atividade económica. Também o carpinteiro José Jorge Mendes Andrade (Palodi) acusa o mesmo banco de permitir subtração de mais de um milhão de escudos da sua conta bancária. Por aquilo que sabe este jornal, os lesados já colocaram os casos nas mãos de um jurista, estando todos a serem investigados pelas autoridades judiciais de Cabo Verde.

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