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China acusada de espionar alemães no ‘LinkedIn’ reage: “Não é verdade” 12 Dezembro 2017

“Os serviços de informação chineses estão ativos nas redes sociais, em especial na ‘LinkedIn’ e têm vindo a tentar obter informações e encontrar fontes de dados” sobre políticos e empresários através da criação de perfis falsos, denunciava este domingo a BfV, entidade de segurança interna da Alemanha. Na manhã seguinte, a China desmente.

China acusada de espionar alemães no ‘LinkedIn’ reage: “Não é verdade”

Esta segunda-feira, 11, as autoridades chinesas negaram a acusação e alertaram contra quem “está a procurar destruir as boas relações entre os dois países”.

“Esperamos das entidades alemãs, em especial dos organismos do governo, uma atitude mais responsável nas suas declarações e ações por forma a não prejudicar as boas relações entre os dois países”, disse Lu Kang (foto, ao alto), o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China.

10 mil cidadãos da Alemanha visados

A Entidade para a Proteção da Constituição (BfV(foto maior) denunciou que dez mil alemães foram visados numa operação de espionagem que a China realizou através da LinkedIn. Esta rede social especializada em recrutamento de profissionais tem uma boa aceitação em Cabo Verde, onde conta milhares de aderentes, afirma um utilizador nacional cabo-verdiano.

O diretor da BfV, Hans-Georg Maassen, explicou que a agência de espionagem chinesa criou vários perfis falsos de consultores, especialistas em planeamento, académicos e recrutadores. Muitos dos perfis incluem fotos de jovens com trajes profissionais retiradas de catálogos de moda. Um desses perfis falsos é o de “Laeticia Chen”, que se apresenta como gerente do ‘Centro Chinês para a Política Internacional e Economia’, com a respetiva “foto retirada dum catálogo de moda online”, apontou Maassen. Fontes: Le Monde, Deutsche Welle, Reuters.

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