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Confiança das famílias cabo-verdianas diminui no segundo trimestre de 2017 relativamente ao período anterior 28 Julho 2017

A confiança dos cabo-verdianos diminuiu no segundo trimestre de 2017, relativamente ao trimestre anterior, informou hoje(27) o Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo o qual, quando comparado com o trimestre homólogo, nota-se uma evolução positiva.

Confiança das famílias cabo-verdianas diminui no segundo trimestre de 2017 relativamente ao período anterior

De acordo com os resultados obtidos através do Inquérito de Conjuntura no Consumidor, constata-se que a confiança das famílias cabo-verdianas diminuiu no segundo trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, entretanto, quando comparado com o trimestre homólogo, nota-se uma evolução positiva.

No segundo trimestre de 2017, acrescenta o INE, o indicador de confiança no consumidor contrariou a tendência de estagnação tendo situado abaixo da média da série graças a apreciação positiva sobre a situação financeira das famílias, situação económica do país e o desemprego no país para os próximos 12 meses relativamente ao trimestre homólogo.

Segundo o INE, tanto a situação económica das famílias como a situação económica do país evoluíram negativamente e, de acordo com os inquiridos, tanto os preços dos bens e serviços como o desemprego no país diminuíram face ao trimestre homólogo.
Os dados apontam que cerca de 83,8% dos inquiridos consideraram que com a actual situação económica do país não será possível poupar dinheiro, contra 9,2% dos inquiridos que afirmaram ser possível poupar algum dinheiro, sendo que no trimestre homólogo era de cerca de 10,4%.

Quanto à perspectiva para o futuro nos próximos 12 meses, indica o INE, tanto a situação financeira das famílias como a situação económica deverão evoluir positivamente, face ao mesmo período de 2016. Segundo as famílias inquiridas, tanto os preços dos bens e serviços como o desemprego deverão diminuir, quando comparado com o trimestre homólogo.

Sobre a intenção de comprar carro nos próximos 12 meses, a maioria dos inquiridos (98,3% ) afirmaram ter certeza absoluta que não tencionam comprar um carro nos próximos dois anos.

Também a maioria dos inquiridos (87,3%) são de opinião de que não irão comprar, nem construir uma casa, nos próximos dois anos, contra 80,0%, registado no período homólogo. Fonte: Inforpress

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