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Conflito Israel-Palestina: Comunidade internacional contra decisão unilateral que põe capital em Jerusalém, ONU agenda reunião extraordinária esta sexta-feira 07 Dezembro 2017

A Bolívia, Egipto, França, Itália, Reino Unido, Senegal, Suécia e Uruguai foram os primeiros países que reagiram pedindo ao Secretário-Geral da ONU uma sessão extraordinária a ter lugar esta sexta-feira, 8. António Guterres afirma que “não há alternativa à solução dos dois Estados”.

Conflito Israel-Palestina: Comunidade internacional contra decisão unilateral que põe capital em Jerusalém, ONU agenda reunião extraordinária esta sexta-feira

“Sempre me opus às medidas unilaterais suscetíveis de comprometer o processo de paz entre Israel e Palestina. O estatuto de Jerusalém é um problema que deve ser resolvido através de negociações diretas entre as duas partes, com base nas resoluções do Conselho de Segurança e da Assembleia-Geral da ONU, e tendo em conta as preocupações legítimas dos Palestinianos e dos Israelitas", disse o Secretário-Geral da ONU, esta quarta-feira.

De França, o presidente Emmanuel Macron considera “lamentável a decisão” que satisfaz apenas Israel enquanto que a Palestina continua sem ver atendida a sua reivindicação pela parte oriental de Jerusalém, que foi unificada à parte ocidental em 1967.

“O estatuto de Jerusalém é uma questão de segurança internacional, que interessa a toda a comunidade internacional, e que deve ser determinado pelos próprios israelitas e palestinianos no quadro das negociações sob a égide das Nações Unidas”.

Desde a fundação do Estado de Israel, em 1948, que Jerusalém separada entre Palestina, a Oriente, e Israel, a Ocidente, é o grande pomo da discórdia entre as duas nações. Israel sempre recusou partilhar a cidade que viria a reunificar após a guerra de 1967.

Netanyahu regozija-se, Hamas ameaça EUA

Esta prenda de Natal que Trump deu ao Estado de Israel ao reconhecer Jerusalém como capital sediando a embaixada americana na cidade das três religiões tem tudo para reacender a Intifada, avisou de imediato a diplomacia alemã.

Nesta quinta-feira, o Hamas declarou: “Para enfrentar a política sionista apoiada pelos Estados-Unidos, só nos resta lançar uma nova Intifada”, declarou o chefe do movimento, Ismail Haniyeh, esta quinta-feira, 7. Fontes: Le Monde, Deutsche Welle, AFP

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