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Conjuntura: Ritmo de crescimento continua a abrandar 20 Julho 2014

A confiança dos empresários da construção, comércio em estabelecimento, turismo, indústria transformadora, transportes e serviços auxiliares continua baixa. O indicador de clima económico mantém a tendência descendente e o ritmo de crescimento continua a abrandar. A indústria transformadora, transportes e serviços auxiliares dão entretanto sinais muito encorajadores em perspectivas de emprego e comportamento destas actividades. A conjuntura é favorável. Até mais do que o Turismo, que registou o menor índice de confiança dos últimos 14 trimestres, embora o indicador tenha evoluído positivamente. Na construção e obras públicas a confiança dos empresários contrariou a tendência descendente do último trimestre.

Conjuntura: Ritmo de crescimento continua a abrandar

No sector da indústria transformadora, o indicador de confiança registou o valor mais alto dos últimos sete trimestres consecutivos. Esta evolução positiva deveu-se ao comportamento favorável da produção actual e perspectiva de produção face ao próximo trimestre. Aqui as principais dificuldades referidas pelo empresário neste período foram falta de água e energia, falta de matéria-prima, dificuldades financeiras, falta de mão-de-obra especializada e frequentes avarias mecânicas nos equipamentos.

O turismo registou o menor índice de confiança dos últimos 14 trimestres. Os operadores referiram dois factores que limitaram a sua actividade: excesso de burocracia e regulamentações estatais e preços de venda elevados, que se acentuaram face ao trimestre homólogo. No comércio em estabelecimento a conjuntura também é desfavorável devido à insuficiente procura, dificuldades financeiras, excesso de burocracia e regulamentações estatais, preços de venda demasiado elevados e ruptura de stock.

A conjuntura também é boa para os transportes e serviços auxiliares. O indicador evoluiu positivamente face ao mesmo período de 2013 por causa das perspectivas de emprego e ao comportamento da actividade, que foram entretanto limitadas pela concorrência, dificuldades para conseguir crédito bancário, insuficiente procura, excesso de burocracia e regulamentações estatais. Na construção e obras públicas a confiança dos empresários contrariou a tendência descendente do último trimestre. Mesmo assim, estão descontentes com a insuficiente procura, o nível elevado das taxas de juros, as dificuldades para obter crédito, o absentismo da mão-de-obra e também com a deterioração das perspectivas de vendas.

O turismo residencial manteve a tendência descendente, mas o indicador evoluiu positivamente. Os operadores do sector apontam como principais constrangimentos a dificuldade de acesso ao crédito, falta de recursos financeiros, excesso de burocracia e regulamentações estatais, promoções insuficientes de actividade exterior e insuficiente procura. A tendência descendente se repete no comércio em feira. O indicador evoluiu negativamente devido ao comportamento desfavorável das vendas, relativamente menos do que no mesmo período de 2013.

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