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Deslocados de Chã das Caldeiras: Governo reconhece atrasos na resolução 24 Novembro 2015

O primeiro-ministro reconhece que, após um ano da última erupção vulcânica no Fogo, ainda há muito por fazer em prol dos deslocados de Chã das Caldeiras. José Maria Neves garante que as dificuldades serão ultrapassadas com a construção do novo assentamento habitacional.

Deslocados de Chã das Caldeiras: Governo reconhece atrasos na resolução

"Até agora não resolvemos todos os problemas que devíamos, precisamente porque não tivemos todos os recursos necessários, ou seja, precisamos de cerca de 35 milhões de euros (3.859.280.000$00), mas conseguimos mobilizar apenas cinco milhões (551.325.000$00)”, disse o primeiro-ministro.

Entretanto, o chefe do Governo adiantou que alguns trabalhos estão já em curso, no sentido de uma melhor reinserção e realojamento dessas pessoas. Destaca as operações de reabilitação das 110 casas construídas em 1995 para o alojamento das famílias aquando da erupção naquele ano, para além de programas de apoio e promoção de actividades geradoras de rendimento e a reintegração das crianças, adolescentes e jovens daquela comunidade no sistema educativo.

São precisos perto de 34,7 milhões de dólares para completar todo o projecto, pelo que o Governo continua a pedir apoio da comunidade internacional para conseguir mobilizar o montante necessário. Até ao momento já foram arrecadados junto dos parceiros nacionais e internacionais e através do Tesouro cerca de cinco milhões de USD, aproximadamente 14% do montante global necessário.

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