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A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Detidos os assassinos da mãe da inspectora da Polícia Judiciária (Em actualização) 14 Outubro 2014

Os suspeitos de terem assassinado a mãe da coordenadora da Polícia Judiciária, Cátia Tavares, terão sido detidos na noite de ontem, no decurso de uma grande operação realizada pela polícia científica. As fontes do asemanaonline revelam que um dos indivíduos, que vestia uma
jalabiyah (roupa islâmica masculina) e tinha barbas longas, foi alvejado com diversos tiros na cabeça, na zona de Cidadela, e chegou já sem vida no Hospital Agostinho Neto, Praia. Tratar-se-á de J. Cabral, 29 anos, considerado um serial killer na Holanda, Portugal e Cabo Verde. Nestes países terá executado pessoas a mando de terceiros, de acordo com fontes deste diário digital. No confronto com a PJ, os nossos agentes terão levado a melhor, atingindo-o com vários tiros quando estava nas imediações da residência da inspectora Cátia Tavares, quando estaria a tentar matá-la. As autoridades admitem a operação, mas não confirmam a detenção dos executantes da mãe da inspectora.

Detidos os assassinos da mãe da inspectora da Polícia Judiciária (Em actualização)

As informações são ainda escassas e as autoridades recusam-se a confirmar qualquer dado, pelo menos por enquanto. Segundo as nossas fontes, a PJ deverá emitir um comunicado mais tarde com os detalhes da operação e o número de indivíduos detidos. Por agora, sabe-se apenas que todos os suspeitos de envolvimento neste crime bárbaro, que foi classificado pelo ex-Presidente da República, Pedro Pires, de um acto terrorista, foram detidos durante uma operação que envolveu um número significativo de efectivos da PJ.

O indivíduo morto tem nacionalidade cabo-verdiana mas residia na Holanda. Chama-se J. Cabral, tem 29 anos, e quando foi abatido estaria nas imediações da residência da coordenadora da PJ, Cátia Tavares. Ao que tudo indica, esta responsável da polícia científica seria a próxima vítima. O indivíduo teria ordens expressas para a matar. J. Cabral era, aliás, considerado um serial killer na Holanda, Portugal e Cabo Verde. Nestes países terá executado pessoas a mando de terceiros, de acordo com fontes do asemanaonline.

Refira-se que a mãe de Cátia Tavares foi assassinada no passado dia 17 de Setembro a tiro, na porta da sua residência no bairro de Calabaceira, na Praia, por indivíduos encapuzados. Na ocasião, a Polícia Nacional informou que Isabel Moreira, 56 anos, mãe da coordenadora da Secção Central de Investigação de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, Cátia Tavares, foi atingida por cinco tiros quando se preparava para entrar em casa, numa altura em que o bairro estava às escuras, devido a mais um corte de energia.

Segundo a edição online do jornal A Semana, o facto da inspectora da PJ, filha da vítima, ter sob a sua alçada um complexo processo relacionado com o tráfico de droga leva as autoridades policiais concluírem de um acto de vingança perpetrado por indivíduos ligados ao mundo do crime.

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