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’Djunta-mon’ para limpar a barragem de Figueira Gorda 19 Setembro 2015

A delegada de Saúde de Santa Cruz apela ao ‘djunta-mon, entre a sociedade civil, autoridades locais e centrais e instituições privadas, para uma campanha de limpeza da barragem de Figueira Gorda, que ficou contaminada devido às lamas das últimas chuvas. Ângela Gomes avança que os mais de três mil peixes tilápia, colocados na barragem para evitar a proliferação de mosquitos, estão a morrer devido à contaminação. Temendo que os mosquitos vectores de doenças proliferem e que possa haver animais mortos debaixo da água – o que pode pôr em risco a saúda da população -, aquela responsável alerta que é urgente limpar a barragem, o que deve acontecer na próxima semana.

’Djunta-mon’ para limpar a barragem de Figueira Gorda

O lixo acumulado na barragem de Figueira Gorda está a dificultar a tarefa aos agentes sanitários, que desde o segundo dia das chuvas trabalham no local para combater a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. Os peixes gambúzias, ou tilápias, morrem antes mesmo de reproduzirem, como informou a responsável pela Delegacia de Saúde de Santa Cruz ao asemanaonline.

Perante esta situação, a delegacia promoveu um encontro com a Câmara Municipal, a Delegação do Ministério do Desenvolvimento Rural, Forças Armadas, a Associação de Pescadores e o Ministério da Saúde, para se mobilizarem meios (botes, redes) para descontaminar a barragem.

No entanto, Gomes esclarece que este trabalho não é da competência da Delegacia. “A barragem não transbordou e, por isso, todo o lixo ficou acumulado. E é muito lixo”, assevera a delegada, para quem a limpeza deve ser feita urgentemente. Até porque não se sabe o que está por debaixo da água. "Pode ter animais mortos, por exemplo", pontua.

Ângela Gomes teme que as crianças tomem banho no local e contraiam doenças. Por isso, vai reunir-se também com a população que vive nos arredores da barragem para não utilizarem essa água em caso algum. O encontro está agendado para este domingo.

Gomes pede a colaboração de todos – sociedade civil, autoridades centrais e locas, instituições privadas – nessa campanha de limpeza, que deverá ser feita já na próxima semana e que poderá incluir também a barragem de Poilão. A este propósito, Angela Gomes defende a criação de uma comissão, responsável pela limpeza de todas as barragens do país.

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