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Doing Business 2016: Cabo Verde baixa duas posições no ranking 29 Outubro 2015

Cabo Verde caiu duas posições no ranking do Banco Mundial sobre facilidades de fazer negócios, revela o Doing Business 2016. Um recuo que se deve à mudanças de metodologias para a elaboração do ranking e à entrada de novos países nesta lista, alterou a posição do nosso país de 124 para 126. Mas Cabo Verde melhorou a sua pontuação global.

Doing Business 2016: Cabo Verde baixa duas posições no ranking

Cabo Verde ficou na posição 126, mas globalmente registou melhorias em relação a 2015 nos indicadores « Registo de Propriedade » com a progressão de 12 pontos e no « Cumprimento dos Contratos ». Mesmo assim, manteve-se bem acima da média desta região africana.

Segundo a Unidade de Coordenação da Reforma do Estado, “esses avanços reflectem as reformas realizadas e em curso, nomeadamente a nível da informatização dos Registos, implementação do Sistema de Informação Territorial e Cadastro, reformas institucionais com a com a criação do Instituto de Gestão Territorial, reformas legais no sentido de maior previsibilidade e segurança jurídica da gestão da propriedade”.

O nosso país melhorou a sua posição nas áreas de “Constituição de Empresas” e “Pagamento de Impostos”. Mas manteve os constrangimentos a nível das “Insolvências”, “Protecção de Investidores Minoritários”, “Obtenção de Crédito” e de “Alvarás de construção”.

Cabo Verde é o terceiro Estado da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) no ranking. Pela frente tem apenas Portugal (23º) e Brasil (116º). Segue-se Moçambique (133º), São Tomé e Príncipe (166º), Timor-Leste (173º), Guiné-Bissau (178º) e por fim, entre as piores posições, encontram-se a Guiné-Equatorial (180º) e Angola (181º).

O ranking Doing Business é liderado pela Nova Zelândia e Dinamarca. No fundo da tabela estão o Sudão do Sul, a Líbia e, por último, a Eritreia. O relatório do Banco Mundial diz que os países em desenvolvimento aceleraram as reformas nos últimos 12 meses para facilitar os negócios: 85 deles implementaram 169 medidas, acima das 154 feitas no ano anterior. Os países de alta renda fizeram 62 reformas. Ao todo, mais de 60% dos países do mundo melhoraram as regras de negócios.

Este relatório é elaborado com base na análise de indicadores como tempo, custo, procedimentos para abrir um negócios, obtenção de alvarás de construção e de crédito, protecção de investidores minoritários, acesso à electricidade, registo de propriedade, pagamento de impostos, execução de contratos ou resolução de insolvências.

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