POLÍTICA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Governo almeja colaboração dos parceiros internacionais no novo perfil económico para Cabo Verde 08 Julho 2017

O País mudou e, por isso, impõe-se uma política externa diferente que se adapte e se adeque aos novos contextos nacional e internacional mais exigente, competitivo, selectivo e mais complexo. É neste contexto, conforme defendeu o Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, que o governo quer ver desenvolvidas novas fases de cooperação com os parceiros da vanguarda.

Governo almeja colaboração dos parceiros internacionais no novo perfil económico para Cabo Verde

“Em primeiro lugar, quero agradecer todo o empenho e contributo que os nossos parceiros internacionais têm dado ao país, nos últimos 42 anos, do seu crescimento ao seu desenvolvimento, e reafirmar, a necessidade de desenvolvermos novas fases e novos patamares de cooperação”, apelou o Primeiro-Ministro, mostrando que o governo está engajado em fazer com que o país dê um salto relativamente ao percurso até agora percorrido, colocando na rota do desenvolvimento sustentável.

O chefe do Governo sublinhou a necessidade de acelerar o desenvolvimento do país, indicando a importância de poder contar com o apoio dos seus parceiros, quer em termos de reformas, quer no apoio à infraestruturação.

Entretanto, Ulisses Correia e Silva, deixou vincando, durante o encontro com as missões diplomáticas e organizações internacionais acreditadas em Cabo Verde, que o governo está a apostar fortemente no investimento externo, na atraccão do turismo, e sobretudo, na mudança do perfil da economia cabo-verdiana.

“Queremos deixar de ser tão dependentes de transferências externas para passar a exportar mais”, reiterou.

Tendo em conta este contexto, o Primeiro-ministro considerou relevante desenvolver as várias parcerias, a começar pela Parceria Especial com a União Europeia, bem como “as nossas relações privilegiadas com os Estados Unidos”, a China, entre vários outros países, com que “temos relações bilaterais”. É uma forma, acrescentou Correia e Silva, de fazer com que essa nova fase seja de sucesso para Cabo Verde e dê à geração atual, condições de um país com maior crescimento, melhor emprego e melhores condições de vida.

O mesmo peso para a África, com enfoque na CEDEAO, a qual “reafirmamos o nosso empenho em termos uma participação política mais activa, defendendo os interesses e especificidades de Cabo Verde”, apontou Correia e Silva, sublinhando ser numa perspectiva de ter uma presença mais efectiva nos cargos a nível da CEDEAO.

O Chefe do Governo falava esta semana, após o encontro com as missões diplomáticas e organizações internacionais acreditadas em Cabo Verde, promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades.

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