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Guiné-Bissau: Contagem decrescente para Congresso do PAIGC 26 Janeiro 2018

Na Guiné-Bissau o bureau político e o comité central do PAIGC, partido mais votado nas últimas eleições, estiveram reunidos, nesta quinta-feira, na capital. Uma força política que tem congresso agendado para o final d este mês.

Guiné-Bissau: Contagem decrescente para Congresso do PAIGC

Segundo fontes da RFI que estão a presenciar a reunião do Comité Central - o principal órgão de decisão entre os congressos do PAIGC - o pedido de Carlos Gomes Júnior para tomar parte como delegado no próximo conclave não será debatido.

Esta é a última reunião do Comité Central antes da magna assembleia que deve arrancar no próximo dia 30, prologando-se até o dia 04 de fevereiro. Ou seja, tudo aponta para que Carlos Gomes Júnior, que liderou o PAIGC durante 12 anos, fique de fora no congresso pelo menos enquanto delegado.

A fazer fé na fonte referida, Carlos Gomes Júnior teria mesmo seguido viagem esta quinta-feira de regresso a Lisboa, devendo retornar a Bissau antes do congresso.

Novo PM e expectativa

Num outro registo, de assinalar que o embaixador dos Estados Unidos de América, Tulinanbo Musinghi, exortou os líderes políticos guineenses a chegarem a um entendimento para acabar com o impasse político reinante no país.

Segundo disse, esse entendimento passa pela nomeação de uma figura de consenso para primeiro-ministro de um governo a ser integrado por todos.

Consta que os Estados Unidos já fizerem saber que poderão apoiar qualquer figura que for nomeada para o citado cargo, desde que mereça o consenso de todas as partes desavindas - os partidos com assento parlamentar e o grupo dos 15 deputados dissidentes do PAIGC.

A expectativa na Guiné-Bissau é enorme neste momento com todos a questionarem quando é que o Presidente José Mario Vaz publicará o decreto que vai anunciar o nome do novo Primeiro-ministro. Augusto Olivais do PAIGC foi o nome consensual que saiu do encontro de Conacri, cujo acordo o Presidente José Manuel Vaz recusa cumprir. Como consequência, Guiné e seus políticos estão na iminência de sofrer sanção proposta pela CEDEAO.

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