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Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira: Os militantes e dirigentes do PAIGC é que decidem sobre o futuro de Cadoco 22 Janeiro 2018

Domingos Simões Pereira, candidato à sua própria sucessão na presidência do PAIGC, afirma que cabe aos militantes e dirigentes do partido decidir sobre o futuro do militante Carlos Gomes Júnior no seio do partido.

Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira: Os militantes e dirigentes do PAIGC é que decidem sobre o futuro de Cadoco

O PAIGC reúne-se em Congresso em Bissau, entre 31 de Janeiro e 4 de Fevereiro, e o militante e antigo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, regressado ao país após quase cinco anos de exílio [deposto pelos militares a 12 de Abril de 2012], afirmou estar "disponível para participar no congresso do PAIGC e candidatar-se à liderança do partido, caso os militantes assim o entenderem".

Mas, segundo a RFI, este antigo presidente do PAIGC, não participou nas assembleias de base do PAIGC . Por isso, "em princípio" não poderá ser delegado ao Congresso, segundo o presidente do partido Domingos Simões Pereira.

O ex-Primeiro-ministro demitido pelo José Mario Vaz confirma que "os militantes e dirigentes é que decidem". Mas "não recebemos nenhuma petição nesse sentido...não haverá [mais] nenhuma reunião da Comissão Nacional Preparatória do IX Congresso Ordinário...vai haver uma última reunião do Bureau Político e do Comité Central, eventualmente poderão analisar se entrar alguma petição, ou se houver alguma intenção de poder clarificar essa situação".

Domingos Simões Pereira fez questão de realçar que não pretende que o partido se "desvie ou distraia" com o caso do "grupo dos 15 dissidentes", que "exige" o adiamento do Congresso e a anulação das assembleias de base, enquanto todos os militantes expulsos do PAIGC não reintegrarem o partido.

O líder do PAIGC diz esperar, segundo a RFI, que a cimeira da CEDEAO, que estava prevista para sexta-feira,20, em Lomé, no Togo, sancione as pessoas que impedem a implementação efetiva do Acordo de Conacri, rubricado em Outubro de 2016 e que Augusto Olivais seja designado primeiro-ministro de consenso, como previsto nesse mesmo acordo.

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