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A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Imprensa especializada destaca trabalho do Grupo de Operações Tácticas da PJ 24 Janeiro 2015

O trabalho do Grupo de Operações Tácticas (GOT) da Polícia Judiciária de Cabo Verde merece destaque na imprensa especializada em Portugal. Segundo www.operacional.pt, o crime organizado – ligado por exemplo ao tráfico de droga – está sob sob forte pressão das autoridades cabo-verdianas, que querem manter o Estado a funcionar, garantir o desenvolvimento, atrair turistas e mais investimentos para o país.

Imprensa especializada destaca trabalho do Grupo de Operações Tácticas da PJ

A matéria resulta de uma visita à sede da Polícia Judiciária para ver as estratégias de combate ao crime organizado e que o GOT só utiliza em casos extremos. Começa por dizer que a localização privilegiada do país é conhecida das “multinacionais do crime”, que sonham utilizar o arquipélago para actividades ilícitas, mas encontram no Governo e nas autoridades policiais e militares adversários empenhados.

Por causa deste empenho, a PJ já tem no seu curriculum algumas operações de envergadura mundial em que importantes redes criminosas foram desmanteladas, com apoio dos serviços de informação estrangeiros. Os casos mais complexos, diz, são “Lancha Voadora” (2011), a captura de Bubo Na Tchuto (2013) e “Perla Negra” (2014).

Nessa luta, Cabo Verde conta com a ajuda da União Europeia e das Nações Unidas, que têm contribuído com recursos financeiros e assistência técnica. Mas não foram suficientes para travar homicídios, tráfico de droga, extorsão e acerto de contas entre rivais com conexões transfronteiricas .”

O Grupo de Operações Tácticas da Polícia Criado em 2013, GOT, é uma resposta ao crime violento e organizado. É formado por equipas de intervenção permanentes presentes nas cidades da Praia e do Mindelo, havendo planos para a sua colocação nas outras ilhas. Foi criado com base numa formação, que dotou os inspectores de capacidades para tirar o maior partido do armamento disponível na PJ (pistolas, caçadeiras e espingardas automáticas. Foram ainda qualificados para intervenções tácticas tendo em linha de conta a urbanização caótica dos “bairros problemáticos” do país que dificultam as acções policiais.

Hoje, os agentes do GOT estão aptos para “executar operações de alto risco, guarda e segurança de infra-estruturas críticas ou outras instalações sob responsabilidade da PJ por períodos limitados, escolta a detidos e testemunhas, seguimento e vigilância de alvos”.

Para ler o texto na íntegra, aceda ao site http://www.operacional.pt/grupo-de-operacoes-tacticas-da-policia-judiciaria-de-cabo-verde/

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