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Indicador de confiança no consumidor mantém a tendência ascendente em Cabo Verde 08 Fevereiro 2017

O Indicador de Confiança no Consumidor (ICC) no quarto trimestre 2016 manteve a tendência ascendente dos últimos trimestres, registando o valor mais alto dos últimos sete (7) trimestres consecutivos e a confiança dos cabo-verdianos continuou a aumentar, relativamente ao mesmo período do ano 2015. Estes são os dados do inquérito de Conjuntura no Consumidor, apurados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e divulgados esta terça-feira, na Praia.

Indicador de confiança no consumidor mantém a tendência ascendente em Cabo Verde

Este resultado, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas, deveu-se à apreciação positiva de todas as variáveis que compõem o indicador, relativamente ao trimestre homólogo de 2015.

O mesmo relatório diz que no 4º trimestre 2016 - de acordo com as famílias inquiridas-, globalmente a situação económica no país teve um comportamento negativo quando comparado com o trimestre homólogo. Apesar deste comportamento, os inquiridos consideram que tanto os preços de bens e serviços como o desemprego no país diminuíram face ao trimestre homólogo.

Em relação à poupança, cerca de 75% dos inquiridos consideraram que com a actual situação económica do país não será possível poupar dinheiro. No trimestre homólogo, esse percentual foi de 87%. De realçar que 20% dos inquiridos afirmam ser possível poupar algum dinheiro com a actual situação económica do país, sendo que, no trimestre homólogo era de apenas 5%.

Entretanto, segundo o inquérito de Conjuntura no Consumidor, para os próximos 12 meses, tanto a situação financeira das famílias, como a situação económica, deverão evoluir positivamente face ao mesmo período do ano 2016. Segundo as famílias inquiridas, tanto os preços de bens e serviços como o desemprego deverão diminuir quando comparado com o trimestre homólogo.

Conforme os dados do INE referidos, as famílias inquiridas não tem a intenção de comprar ou construir uma casa nos próximos 2 anos. Também a maioria dos inquiridos, ou seja, 87% é de opinião de que não irá comprar, nem construir uma casa, contra 97% registado no período homólogo.

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