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Índice da perceção da corrupção 2016: Cabo Verde é o melhor lusófono em África 27 Janeiro 2017

Cabo Verde é o melhor classificado do grupo lusófono em África e segundo melhor do continente em termos do índice da percepção da corrupção em 2016. A Dinamarca é quem lidera o ranking mundial, segundo os dados recentes da Transparência Internacional.

Índice da perceção da corrupção 2016: Cabo Verde é o melhor lusófono em África

Conforme as mesmas fontes citadas pela VOA, o nosso pais subiu 17 pontos em relação ao 2015, segundo os recentes dados da Transparência Internacional. Por isso, posicionou-se como melhor classificado do grupo lusófono em África e segundo melhor do continente.

O arquipélago ocupa a 38a. posição, tendo à frente, a nível do continente africano, apenas o Botswana, no 35 posto.

Quem também melhorou a sua posição do Índice, divulgado em Berlim, foi São Tomé e Príncipe, subindo quatro lugares. Ocupa agora a 62ª. posição.

Guiné Bissau e Moçambique como piores

No documento “O círculo vicioso da corrupção e da desigualdade tem de ser combatido”, a Guiné Bissau encontra-se, entre os países africanos de língua portuguesa, a um nível mais abaixo - caiu 10 pontos e ocupa agora o 168o. lugar.

Já Moçambique é um dos países que mais caíram no Índice de Percepção da Corrupção de 2016, ao perder 30 lugares, passando da posição 112 para 142.

Os autores do documento dizem que a descoberta das dívidas ocultas e os casos de corrupção que envolveram as Linhas Aéreas Moçambicanas e a Embraer, bem como as obras da brasileira Odebrecht estiveram na base dessa queda.

Mal posicionado ficou ainda Angola, que perdeu três pontos e agora ocupa a 164a. posição, quando em 2015 tinha ficado no 163o. lugar.

O Brasil também caiu, mas apenas três lugares, ficando a meio da tabela, na posição 79.

Ainda entre os lusófonos,Timor-Leste passou de 123º para 101º, e Portugal caiu um lugar (29º).

O Índice de Percepção da Corrupção de 2016 é liderado pela Dinamarca, seguido da Nova Zelàndia, finlância, Suécia e Suíca.

A Transparência Internacional sublinha que quase 70 por cento dos 176 países analisados têm uma pontuação inferior a 50, numa escala de 0, para os países com alta percepção de corrupção e 100, para aqueles considerados limpos.

C/ VOA

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