POLÍTICA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Jorge Santos garante que Cabo Verde vai ter melhor integração na sub-região africana 21 Agosto 2017

O presidente da Casa Parlamentar Cabo-verdiana, Jorge Santos, garante, este sábado, 20, na Cidade da Praia, que Cabo Verde vai ter melhor integração na sub-região africana. Esta declaração foi feita durante uma audiência concedida a uma delegação da União dos Parlamentos Africanos (UPA), encabeçada pelo seu homólogo da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá.

Jorge Santos garante que Cabo Verde vai ter melhor integração na sub-região africana

Para Jorge Santos, Cabo Verde já tomou uma opção e que é consistente e pensada. “O país pasa por uma melhor integração na nossa sub-região do continente africano. Desde logo, o ano 2018 será um ano muito especial, em que Cabo Verde terá responsabilidades a nível da CEDEAO (Comunidadedos dos Estados Oeste Africanos), de presidir a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e, enquanto Parlamento, a presidir a Assembleia parlamentar da mesma”, revela.

O chefe da Casa Parlamentar cabo-verdiana aproveitou o ensejo para lembrar que o afrouxamento da colaboração nalguns espaços políticos africanos “foi uma decição conjuntural tomada há uma década, visando a diminuição da participação de Cabo Verde na UPA”.

Santos resconhece ainda, no entanto que a UPA é uma instância de consulta e de diálogo político entre os diferentes parlamentos a nivel do continente.

Prosseguindo a sua declaração, Santos não deixou de salientar a importância da UPA, no que concerne às questões ligadas à gestão de conflitos, da paz, do equilíbrio ambiental, que no seu entender, são aspectos fundamentais que merecem melhor atenção da parte de entidades públicas.

Já o presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, é da opinião que Cabo Verde deve voltar à Uniãio Parlamentar para que continue a dar o seu contributo na “alta roda da política africana. “Cabo Verde é um país amigo e sempre ajudou e participou nos problemas ou nas crises internas da Guiné-Bissau. Por isso, tem merecido “admiração da comunidade internacional” pelo seu trabalho, não só na consolidação da democracia e dos direitos humanos, mas também na consolidação da paz e estabilidade”, reconhece.

Celso Lobo

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