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Jorge Santos na ilha do Fogo: “Não é com revolução que a população resolve os problemas” 02 Outubro 2017

O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, que sábado visitou Chã das Caldeiras, disse que “não é na revolução que a gente resolve os problemas” mas “na base de diálogo, respeito e entendimento”.

Jorge Santos na ilha do Fogo: “Não é com revolução que a população resolve os problemas”

Jorge Santos que foi recebido num clima hostil na Caldeira, mas disse entender “o drama das pessoas”, e explicou que a visita era para ouvir e inteirar-se da situação para depois dialogar com os poderes públicos, quer local quer central, para ver o que é possível fazer.

“A visita é para testemunhar a situação em que as pessoas vivem na pós-erupção, que é uma catástrofe natural que ninguém é capaz de controlar”, disse o presidente do Parlamento, indicando que erupção vulcânica provocou “bastantes danos materiais”, mas sem danos humanos e na população e que mobilizou todo o país.

“Estamos aqui justamente para ouvir e para entender uns aos outros para ser útil na situação de Chã”, disse Jorge Santos, indicando que o Parlamento é uma instituição com responsabilidade, acrescentando que visitou a cratera, furo de abastecimento de água, a situação da construção da nova adega e a localidade da sua construção, o problema de habitação.

Segundo o mesmo, o vulcão é um activo e possivelmente se não fosse o vulcão Chã das Caldeiras não tinha gente, nem oportunidades económicas como turismo, artesanato, agricultura.

“A função é ouvir sensibilizado as vossas preocupações, não viemos para passear e nem fazer turismo, mas em trabalho para ser portador de vossa mensagem e para solidarizar com a situação da população e ao mesmo tempo ajudar a encontrar solução junto do governo e poder local, as instituições que directamente estão ligadas a esta situação”, disse.

Com relação a habitação, e perante as reivindicações da população, Jorge Santos prometeu analisar a questão junto do edil de Santa Catarina e dos outros municípios do Fogo e com o Governo, porque a habitação é um direito que está consagrado na Constituição de República.

A pretensão, segundo o presidente do Parlamento não é criar mais problemas dos que já existem, mas encontrar a via de resolução, observando que para resolver o problema de Chã das Caldeiras é preciso ultrapassar as guerras político-partidárias. Fonte: Inforpress

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