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Mal-amado, bem-amado Maduro 13 Agosto 2017

O cantor Miguel Bosé, com largos milhões de seguidores nas redes sociais, publicou na segunda-feira 7, uma comparação (foto) entre o opositor venezuelano Leopoldo López e o presidente Nicolás Maduro. Sob o título “Vocês elejam”, o artista destaca a substancial formação académica de López, que inclui vários cursos em reputadas universidades dos Estados Unidos, a qual contrasta com Maduro que é só um “condutor de autocarro”.

 Mal-amado, bem-amado Maduro

A receção que esta mensagem teve junto dos utentes surpreendeu e deu origem a análises várias sobre as suas causas.

Os internautas criticam Bosé que não “respeita a vontade do povo venezuelano de eleger o seu presidente. "Definitivamente a quem eu nunca elegeria seria você. Não é você que deve discriminar, você não é um exemplo a seguir".

Os cerca de quatro mil comentários vão na sua maioria contra a posição do cantor, que em 2007 prometeu nunca atuar na Venezuela enquanto estiver no poder o “regime totalitário de Chávez”.

Bosé é um “lacaio ideal do fascismo”: diz um dos indignados. Este, que se destaca por ser um ator espanhol famoso nas redes sociais também pelas mensagens polémicas e críticas, não poupa Bosé que “cantou para Pinochet em pessoa enquanto a poucos metros o ditador golpista assassinava, torturava, violava e fazia desaparecer chilenas”. Entre outras acusações graves, o ator destaca que Bosé “recebeu a nacionalidade colombiana como uma prenda do seu amigo, o narcotraficante assassino e presidente Álvaro Uribe”.

Fonte: Twitter

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