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Nova presidente da ACLCC promete continuidade das acções de prevenção e rastreio do cancro 10 Setembro 2017

A nova presidente da Associação Cabo-verdiana de Luta Contra Cancro (ACLCC), Cornélia Miranda Pereira, prometeu continuar a dar continuidade às acções da associação no que tange às medidas de prevenção e rastreio a nível do cancro, que é a segunda causa da morte em Cabo Verde . É que entre 600 e 78 pessoas morrem anualmente no país vítimas do cancro da mama, da próstata e do colo do útero.

Nova presidente da ACLCC promete continuidade das acções de prevenção e rastreio do cancro

Cornélia Miranda Pereira, que foi eleita durante a assembleia ordinária electiva realizada este sábado,09, na Cidade da Praia, garantiu também, em declarações à Inforpress, a melhoria da informação e formação aos doentes oncológicos e familiares por forma a poderem saber lidar com o problema.

“Vamos ter de apostar muito forte na divulgação do que a associação tem vindo a fazer ao longo destes dez anos, assim como trabalhar numa estratégia em que passaremos a trabalhar em parceria com os diferentes sectores da saúde neste domínio”, disse.

Tendo em conta em conta o quadro do diagnostico da doença no país, no novo mandato de três anos, a presidente eleita da ACLCC compromete-se a trabalhar para poder acompanhar da melhor forma possível os doentes oncológicos no seu processo de tratamento e sofrimento com assistência psicológica e social.

No que se refere à cooperação, indicou, segundo ainda a Inforpress, a disponibilidade em reforçar a colaboração nacional e internacional, assim como a criação de pontes focais nas comunidades visando um melhor acompanhamento.

A ACLCC é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão apoiar a população cabo-verdiana na prevenção do Cancro e na luta contra esta doença, nas suas mais diversas formas.

Cancro é a segunda causa de morte no país

O cancro é segunda causa da morte em Cabo Verde. Segundo a ACLCC, o cancro da mama, da próstata e do colo do útero são os que mais afectam a população cabo-verdiana. Por ano, entre 600 e 780 pessoas morrem vítimas de cancro no arquipélago.

Os dois hospitais centrais do arquipélago que possuem serviços de oncologia, Baptista de Sousa, em São Vicente, e Agostinho Neto, na cidade Praia têm apostado na qualificação dos profissionais, alertando que foco deve ser na prevenção do cancro.

Em África, de acordo com as últimas informações veiculadas pela Organização Mundial da Saúde, 530 mil pessoas morreram de cancro em 2015, das quais 60.600 devido ao cancro do útero e 55.120 de cancro da mama.

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