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Paridade com o Euro: Cabo Verde tem o que Islândia quer 20 Setembro 2017

O governo islandês estuda meios para estabilizar o curso da coroa, a moeda nacional, com vista a travar a sua valorização e controlar o crescimento da economia. Turismo oblige.

Paridade com o Euro: Cabo Verde tem o que Islândia quer

A crise de 2007 é, dez anos depois, uma página virada e agora a preocupação é com os riscos da deflação induzida pela valorização monetária, que estes meses começou a galopar. A tal ponto que o governo islandês está a pensar pela primeira vez na história do país em indexar a moeda, a coroa islandesa, quiçá ao euro - o que Cabo Verde já tem.

“Não é bom uma moeda que flutua 10% em dois meses”, disse o ministro das finanças ao Financial Time. A preocupação com a estabilidade da moeda nacional face a outras, divisas, faz sentido, dada a aposta islandesa em fazer crescer o setor turístico.

A moeda islandesa de facto flutuou acima dos 15% nos últimos meses, indicam observadores independentes, que “culpam” a boa saúde da economia. A consequente boa saúde financeira da coroa islandesa vem do robusto crescimento de 7,2% em 2016 – o mais alto entre os países da OCDE. E mais, no último trimestre de 2016 o salto no PIB foi de 11%.

A taxa de desemprego reduz-se agora a 2,6%, um “bom resultado alimentado pelo turismo”, explica, ao Financial Time, o economista inglês Stephen Brown.

“Em 2016, o consumo privado progrediu 6,9 %, o consumo público 1,5 % e o investimento 22,7 %, com maior incidência na imobiliária (+ 33,7 %), que precisa de alojamento para os turistas”, acrescenta o politólogo Michel Sallé, que se especializou sobre temas da Islândia.

Fontes: Financial Time. Le Monde. Foto: Quando a Islândia aposta no turismo, a flutuação da coroa é ameaça.

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