POLÍTICA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Populares vão a Pedra Badejo “esclarecer” as pessoas sobre as promessas não cumpridas 13 Julho 2017

Os dirigentes do Partido Popular (PP) prosseguem este domingo, 16, a sua campanha porta-a-porta, desta feita, na cidade de Pedra Badejo (Santiago), com o objectivo de “esclarecer as pessoas sobre as promessas não cumpridas de Ulisses Correia e Silva”.

Populares vão a Pedra Badejo “esclarecer” as pessoas sobre as promessas não cumpridas

“Santa Cruz é um concelho com muitas potencialidades em termos agrícolas, pescas e suinicultura, mas muito subaproveitadas”, precisou o líder do PP, Amândio Barbosa Vicente, lembrando que no passado Santa Cruz já acolhera uma indústria de transformação de produtos de suinicultura, mas que desapareceu.

Conforme apurou a Inforpress, depois de Pedra Badejo, o bairro da Jamaica, na Cidade da Praia, vai ser o próximo ponto onde os dirigentes dos populares vão estar com vista a prestar esclarecimentos às pessoas.

A eleição de uma direcção concelhia do PP em Santiago Norte será o próximo passo do partido, segundo Amândio Barbosa Vicente que não adiantou o nome do município que vai acolher a sede do PP, uma vez que esta decisão dependerá da “adesão das pessoas ao projecto do partido”.

Recentemente, os responsáveis deste recém-criado partido cabo-verdiano estiveram em São Vicente onde criaram uma estrutura local e aproveitaram para “contactos breves” no Porto Novo (Santo Antão), ilha que está também na rota dos populares.
Até este momento, as despesas das deslocações são suportadas exclusivamente pelos dirigentes, porque o partido não conta com a subvenção do Estado, razão por que Barbosa Vicente defende partilha “mais justiça” na distribuição dos subsídios às organizações políticas.

“Seria bom que todos os partidos políticos conseguissem alguma verba do Estado para efeito de funcionamento. É a democracia que sairia a ganhar”, indicou o líder do PP que espera que da próxima revisão da lei dos partidos políticos todos sejam contemplados com o apoio financeiro do Estado.

Na sua opinião, pode-se alegar que a atribuição de subsídios a todos os partidos políticos contribuirá para a “proliferação” dos mesmos, mas sublinha que o caminho “mais justo seria redistribuir” os apoios, independentemente do número de votos obtidos nas urnas.

“Com o actual sistema são o MpD (Movimento para a Democracia-poder) e o PAICV (Partido Africano da Independência de Cabo Verde-oposição) que continuariam a usufruir das grandes parcelas dos subsídios”, lamenta o presidente do PP. Fonte: Inforpress

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