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Portugal: Diplomatas estranham escolha de António da Nóvoa ’embaixador político’ para Unesco 11 Fevereiro 2018

O sindicato dos diplomatas portugueses pediu esta semana ao governo de António Costa que reconsidere a nomeação do professor António Sampaio da Nóvoa para a cátedra da Unesco. O ministro dos Negócios Estrangeiros mantém que "seguirá o seu curso" a escolha de Nóvoa, "autoridade internacional em Educação".

Portugal: Diplomatas estranham escolha de António da Nóvoa ’embaixador político’ para Unesco

A Associação Sindical dos Diplomatas Portugueses manifestou "completa surpresa e estranheza" perante a escolha de Sampaio da Nóvoa para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

“Não se considera que o valor demonstrado pela diplomacia portuguesa, cujo mérito tem vindo a ser tão evidente em sucessos dos últimos anos, possa ser suspenso pela nomeação de um embaixador político para um posto diplomático quando não há um excecionalismo de circunstâncias que o pudesse vir a tentar sustentar”, afirmam os diplomatas, na nota enviada à comunicação social.

A representação permanente de Portugal na Unesco — encerrada, em 2012, pelo executivo de Passos Coelho — é agora reaberta, após o país ter sido eleito para o conselho executivo do organismo da ONU sediado em Paris.

A escolha de Sampaio da Nóvoa, ex-Reitor da Universidade de Lisboa e candidato à última eleição presidencial, foi justificada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros.

"O professor é uma autoridade internacionalmente reconhecida nos domínios da Educação, quer do ponto de vista analítico (da história da Educação) como do ponto de vista técnico, no apoio às politicas públicas na Educação. Portanto é uma autoridade internacional numa das áreas fundamentais na missão da Unesco", salientou o ministro Augusto Santos Silva. Fontes: Lusa. Site da Unesco.

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