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Presidente da Câmara dos Mosteiros: Valor disponibilizado pelo Governo para o plano de emergência para mitigar os efeitos do mau ano agrícola é insuficiente 28 Novembro 2017

O montante de 14.580 contos a ser disponibilizado pelo Governo, através do contrato-programa, para plano de emergência do município, visando mitigar os impactos negativos do mau ano agrícola, é “manifestamente insuficiente”, disse o edil substituto, Jaime Monteiro Júnior.

Presidente da Câmara dos Mosteiros: Valor disponibilizado pelo Governo para o plano de emergência para mitigar os efeitos do mau ano agrícola é insuficiente

Presidente da Càmara dos Mosteiros: Valor disponibilizado pelo Governo para o plano de emergência para mitigar os efeitos do mau ano agrícola é insuficiente

O montante de 14.580 contos a ser disponibilizado pelo Governo, através do contrato-programa, para plano de emergência do município, visando mitigar os impactos negativos do mau ano agrícola, é “manifestamente insuficiente”, disse o edil substituto, Jaime Monteiro Júnior.

O plano de emergência da edilidade dos Mosteiros encaminhado ao Governo central ascende os 46 mil contos, sendo que o valor previsto no contrato-programa celebrado, na semana passada, corresponde a menos de um terço do valor orçamentado.

Esta é razão pela qual o presidente substituto, Jaime Monteiro Júnior o montante insuficiente para implementar as acções e mitigar os efeitos da seca e do mau ano agrícola.

Segundo o autarca, o montante é insignificante por dois motivos: um porque é pouco para satisfazer as necessidades e, segundo, porque as acções estão concentradas nas zonas altas.

O edil anunciou que esta semana, um membro da Câmara terá uma audiência com o ministro das Finanças, para analisar este e outros aspectos.

No dizer do edil, as acções propostas no plano de emergência da edilidade não foram levadas em conta e as fichas de actividades constantes no contrato-programa enviado pelo MAA são elaboradas por técnicos do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) e não vão resolver o problema de emprego, por exemplo, porque as acções previstas estão concentradas nas zonas altas do concelho.

O valor a ser disponibilizado é para implementação de acções num período de 12 meses e prevê actividades como promoção de suinicultura, horticultura, construção de medidas de protecção de solos e água, como caldeira, socalcos, banquetas, diques, limpeza das galarias de Chupadeirão e Espia, limpeza de floresta de Monte Velha, arranjo de estradas das zonas altas, recuperação de reservatórios, de entre outras. Fonte: Inforpress

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