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Promessa do surf português morre aos 20 anos intoxicada com monóxido de carbono 06 Janeiro 2018

A morte da surfista Tânia Oliveira devido a envenenamento por monóxido de carbono, ocorrida nos Açores no primeiro dia deste ano, despertou a dolorosa lembrança duma morte dupla em dezembro de 1980.

Promessa do  surf  português morre aos 20 anos intoxicada com monóxido de carbono

Na mesma noite em que caía o avião em Camarate e morriam o primeiro-ministro Sá Carneiro e quatro membros do seu gabinete, na Amadora uma jovem mãe e sua bebé morriam intoxicadas por monóxido de carbono, libertado pela combustão de uma braseira.

A morte silenciosa apanhou a M.C., ’criola’ também de 20 anos, nessa noite de inverno. Ligara o aquecimento e no quarto fechado o monóxido de carbono consumindo todo o oxigénio disponível. Adormeceram para não mais acordar, intoxicadas pelo assassino silencioso, inodoro.

Dizem as estatísticas que o inverno é a época do ano em que ocorrem mais incidentes ligados ao monóxido de carbono. O monóxido de carbono, libertado sobretudo por aparelhos de aquecimento, mata mais de 400 americanos em cada ano, mais de 20.000 casos de envenenamento involuntário chegam às urgências e mais de 4.000 ficam hospitalizados devido à intoxicação por este gás inodoro que mata em silêncio.

Foto: Tânia Oliveira, vice-campeã de surf em 2015, morreu no banho, devido à avaria no esquentador. Em poucos minutos ocorreu a morte, segundo informa o site da associação de surf de Portugal.

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