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Ritmo de crescimento acelera, mas conjuntura ainda é desfavorável 20 Outubro 2015

O ritmo de crescimento económico continua a acelerar, no entanto, quando comparado com o trimestre homólogo, regista-se uma evolução negativa. A conjuntura económica é desfavorável, diz o Instituto Nacional de Estatística. O sector do turismo dá sinais de retoma e o do comércio em feira “respira” sem grandes dificuldades, mas a construção e o turismo residencial puxam o indicador para terreno negativo.

Ritmo de crescimento acelera, mas conjuntura ainda é desfavorável

O Inquéritos de Conjuntura aos Agentes Económicos mostra que o indicador de confiança do Comércio em Estabelecimento contrariou a tendência ascendente dos últimos trimestres. A evolução positiva face ao período homólogo foi influenciado pelo comportamento favorável das actividade actual e stock relativamente ao mesmo período de 2014. Os empresários relataram entretanto insuficiente procura e dificuldades financeiras como as empresas comerciais neste período.

No turismo, o indicador de confiança registou o valor mais alto dos últimos três (3) trimestres consecutivos, dando sinais de retoma. No entanto, a conjuntura continua sendo desfavorável. Os empresários apontaram o excesso de burocracia e regulamentações como sendo os principais obstáculos. Já na construção, o indicador manteve a tendência descendente, tendo evoluído negativamente face ao mesmo período do ano 2014. A conjuntura económica no sector continua sendo desfavorável. As dificuldades na obtenção de crédito bancário e a falta de materiais foram os principais constrangimentos do sector.

A evolução mais positiva foi detectada no Comércio em Feira. O indicador de confiança contrariou a tendência descendente e registou o valor mais alto dos últimos seis trimestres consecutivos. A conjuntura no sector é favorável. Na indústria transformadora o indicador situou-se acima da média da série. Os empresários revelam que as empresas industriais debateram-se com falta de matérias-primas, água e energia. Enquanto que nos transportes e serviços auxiliares, o indicador de confiança manteve a tendência descendente, evoluindo negativamente face ao trimestre homólogo. Os empresários denunciaram excesso de burocracia e regulamentações estatais e a pouca procura como principais constrangimentos no decorrer do 3º trimestre 2015.

Cenário que se repete no Turismo Residencial. O indicador de confiança evoluiu negativamente face ao trimestre homólogo, registando o valor mais baixo dos últimos 21 trimestres consecutivos. A conjuntura neste sector é claramente desfavorável. Os empresários apontaram a insuficiência da procura e dificuldades financeiras como sendo os principais factores limitativos durante o terceiro trimestre 2015.

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