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S. Tomé e Principe: Polémica sobre cores de símbolos de partidos 16 Outubro 2017

Começa esta segunda-feira, 16, a sétima sessão da décima legislatura da Assembleia Nacional, em S. Tomé e Príncipe, marcada por uma polémica sobre a escolha de cores simbolizando os diferentes partidos. Ao PCD, coube a cor cinzenta, que não consta do seu símbolo partidário, pelo que a sua direcção reclamou e pede correcção.

S. Tomé e Principe: Polémica sobre cores de símbolos de partidos

Segundo noticiou a RFI, os deputados nacionais santomenses reúnem-se hoje, segunda-feira, na sétima sessão da décima Legislatura da Assembleia Nacional, mas já há uma polémica em torno da escolha de cores seleccionadas para cada uma das formações políticas.

Para os críticos, foi uma decisão da Comissão permanente da Assembleia nacional de S.Tomé e Príncipe, que não agradou a todos.

A fazer fé na mesma fonte, a ADI-Acção Democrática Independente, que completou esta semana três anos de governação, ficou com a cor azul. Coube ao MLSTP-PSD a cor amarela, enquanto que o PACD teve de se contentar com a cor cinzenta.

Diz a RFI que a Direcção do PCD-Partido da Convergência Democrática reagiu, imediatamente, denunciando a escolha duma cor que não consta do símbolo da formação política.

Já o Presidente da Assembleia Nacional, José da Graça Diogo, explicou que "há essas nuances, essas diferenças, que nós não sabíamos de antemão; (...) cada partido tem a sua cor preferida, cabe então, ver se ainda é possível ajustar isso; caso não, é avançar para a votação", vai avisando o chefe da Casa Parlamentar de S.Tomé e Príncipe.

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