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SISCAP convoca manifestação de protestos de vigilantes e empregadas de limpeza pelas ruas da Capital 26 Janeiro 2017

O Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP), através dos Vigilantes e as Empresas de Segurança Privada e Limpeza da Cidade da Praia, realizam, esta sexta-feira, 27, uma manifestação pacífica de protesto contra a morosidade de algumas instituições, nomeadamente a Direcção Geral do Trabalho (DGT) e o Instituto Nacional da Previdência Social (INPS), na intermediação para resolver ds seus problemas. Este grupo, que pretende percorrer várias artérias da Capital do país, deve fazer uma parada à frente do Palácio do Governo para exigir que seus direitos sejam respeitados.

 SISCAP  convoca manifestação de protestos  de vigilantes  e empregadas de limpeza pelas ruas da Capital

Conforme o Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP), apesar de muitos esforços feitos por essa classe trabalhadora, não se tem dado prioridade à realização de encontros para encontrar alguma solução das suas reivindicações. “Encontra-se na Direcção Geral do Trabalho um processo de revisão do acordo colectivo de trabalho no sector da segurança privada, particularmente em relação à Grelha Salarial, mas até este momento não há nenhum feed-back sobre o assunto”, revela o dirigente José Rui Freire de Carvalho.

Outros problemas que afectam esses trabalhadores, dizem respeito à prestação de assistência médica e medicamentosa, bem como as dividas acumuladas dos abonos familiares. “O Instituto Nacional da Previdência Social (INPS), apesar da sentença homologatória que obriga a prestação da assistência médica e medicamentosa, vem sonegando esse direito aos vigilantes. Por outro lado, há casos de pagamentos de dívidas, já regularizados na sequência da intervenção judicial, em que o INPS não paga os abonos em dívida, referente aos trabalhadores”, aponta a direcção do SISCAP.

Com esta jornada de luta, pretende-se obter datas certas para a regularização dessas situações e levar à mesa das negociações todas as empresas de segurança privada do País para, “definitivamente”, ultrapassar as reivindicações do sector em causa.

Celso Lobo

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