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Secretário-geral adjunto do MpD: Críticas do PAICV não condicionam o rumo da governação 17 Mar�o 2018

O Secretário-geral Adjunto do Movimento para a Democracia (MpD-no poder), Carlos Monteiro, disse, hoje,16, que as críticas que o PAICV (oposição) tem feito “não condicionam o rumo da governação” do Executivo nos três anos que faltam.

Secretário-geral adjunto do MpD: Críticas do PAICV não condicionam o rumo da governação

Carlos Monteiro fez essas considerações esta sexta-feira, em conferência de imprensa realizada na cidade da Praia, para reagir às acusações do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição), através do vice-presidente Nuías Silva, sobre a actuação do Governo - com o país em crise com escândalos e um Primeiro-ministro ausente - tendo sublinhado que as críticas do PAICV não condicionam o rumo da governação, porque são “acusações irresponsáveis”.

Citado pela Inforpess, Monteiro, que é também deputado da nação, advertiu, no entanto, que as críticas do maior partido da oposição “não correspondem à verdade”, lembrando que o Governo é “transparente” e está “focado” nos problemas do país.

Conforme sublinou, a conferência de imprensa desta quinta-feira, 15, dada pelo vice-presidente do PAICV, Nuías Silva, “é a expressão do desespero” da actual liderança do PAICV que “não convence” ninguém.

Para ele, todo o ataque “desenfreado” do PAICV para “descredibilizar” o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e o vice-primeiro-ministro, Olavo Correia, na linha do que tentaram fazer com a ministra da Educação, Maritza Rosabal, “não terá êxito e só contribui para que o Governo e a bancada que o suporta no Parlamento se tornem ainda mais fortes”.

“Estão a executar a estratégia delineada de tentar fazer vida negra ao Governo, através de uma oposição raivosa, negativista, sem causas, sem alternativas, desconectada do país real e diríamos até, uma oposição com contornos de infantilidade”, disse, realçando que de uma forma “irresponsável querem passar a todo o custo a imagem de um país enlameado em escândalos e corrupção e em estado de caos”, acrescenta a Inforpess.

Neste sentido, referiu que o MpD exorta o Governo a continuar “focado e tranquilo” nas reformas e nas políticas para o reforço do crescimento económico, criação de oportunidades de emprego e da inclusão social e territorial, já que o “mais importante que o PAICV é o país e os compromissos com o país”.

Desafios e resultados da governação

À laia de exemplo, Carlos Monteiro indicou alguns aspectos que considera ser a realidade do país no momento, destacando, nomeadamente, o facto de a economia estar a crescer, de haver mais confiança por parte dos empresários e dos investidores na economia cabo-verdiana, “o que se têm traduzido em mais investimentos privados e mais emprego”, enfatizou.

Segundo disse, apesar dos desafios, está convicto de que há mais segurança, mais descentralização e mais investimentos públicos em todos os concelhos do país, através de uma nova relação entre o Governo e as câmaras municipais, assim como a credibilidade e a confiança externa no país “aumentaram”.

“Por isso, pode a liderança do PAICV estar ciente de que o primeiro-ministro não vai entrar no tipo de confrontações que esse partido está a promover. O Governo é composto por gente séria e dedicada, cuja única missão é servir o país. Os cabo-verdianos conhecem os cidadãos que hoje governam o País e confiam neles”, sublinhou, notando que face aos “enormes desafios da nação” que Cabo Verde merecia ter uma oposição “mais construtiva e menos irresponsável”, refere a agencia cabo-verdiana de noticias, citando o secretario-geral adjunto do MpD no poder.

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