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Sokol 2017 quer transformar-se num Movimento Cívico de intervenção social 18 Julho 2017

O Sokol 2017 (S 2017), que promoveu a grande manifestação de 5 de Julho em S.Vicente para protestar contra a «política centralista da Capital», anuncia que está a trabalhar para se organizar como um Movimento Cívico. Tudo com o fim de incitar e suscitar o pensamento crítico da sociedade civil para que o bom senso e a razoabilidade das decisões-posições governativas que impactam na vida de todos sejam a mais justa, equilibrada e harmoniosa.

Sokol  2017 quer transformar-se num Movimento Cívico de intervenção social

«Com estes propósitos, o Sokol 2017 caminha na definição da sua organização e dá os passos para a sua formalização enquanto Movimento Cívico», lê-se numa nota que esta organização liderada por Salvador «Tutim» Mascarenhas remeteu ao Asemanaonline.

O S2017 fez questão de agradecer a todos os que tornaram possível a grande manifestação realizada no Mindelo, principalmente ao povo que saiu à rua no histórico 5 de Julho de 2017. «No passado dia 5 de Julho, dia da Independência Nacional, mais de 12.000 cidadãos fizeram jus à liberdade numa acção de pura cidadania para fazer chegar a voz popular junto da classe política sobre a nossa realidade económico-social, enquadrada no todo nacional. Várias causas juntaram-se a uma só voz por um Cabo Verde harmonioso. A mobilização foi espontânea e maciça, essencialmente feita nas redes sociais e nos bairros e nas localidades das ilhas», referiu a organização.

Grupo e objectivos

O documento explica que o Sokol 2017 é um grupo de cidadãos, apartidário, livre e independente, com objectivos de intervenção ao nível da sociedade civil para a sua consciencialização e acção social e política de modo a ser um regulador e barómetro da nossa democracia e da acção governativa (central e local).

Espera trabalhar para que os objectivos principais do grupo passam por trazer à democracia nacional a participação dos cidadãos na formação das decisões e medidas políticas e empreender discussão cívica descomplexada sobre os instrumentos que nos orientam enquanto país e outros de governação, como, exemplo, a Constituição da República, o Orçamento do Estado e dos Municípios, a Legislação existente, o ordenamento do território.

O documento salienta ainda que o Sokol 2017 quer «incitar e suscitar o pensamento crítico da sociedade civil para que o bom senso e a razoabilidade das decisões-posições governativas que impactam na vida de todos sejam a mais justa, equilibrada e harmoniosa», pontua a organização não-governamental liderada por Salvador Mascarenhas.

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