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Taxa de variação homóloga da inflação manteve-se nos 0,3% 15 Julho 2015

A taxa de variação homóloga da inflação registada pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Junho foi de 0,3%, valor idêntico ao registado no mês anterior. A variação mensal observada entre Maio e Junho foi nula, valor inferior em 0,2 p.p, ao registado no mês anterior. Já a variação média dos últimos 12 meses fixou-se em -0,2 %, valor superior em 0,1 ponto
percentual ao registado no mês anterior.

Taxa de variação homóloga da inflação manteve-se nos 0,3%

As contribuições positivas mais expressivas foram detectadas nas classes acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação (+5,5%), bens e serviços diversos (+4,8), bebidas alcoólicas e tabaco (+1,9%), produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (+1,2%), Saúde (+1,2%), vestuário e calçado (+1,0%), e hotéis, restaurantes cafés e similares (+0,6%). O lazer, recreação e cultura (-2,0%), ensino (-0,8%) e rendas de habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis (-6,1%) contribuíram de forma negativa para essa variação. A soma dos valores positivos superou os negativos, resultando na variação observada no IPC total Nacional.

Variação Mensal nula

As contribuições positivas das classes dos Transportes (+3,1%), acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação (+0,1%) e as negativas das bebidas alcoólicas e tabaco (-0,1%), vestuário e calçado (-0,1%), bens e serviços (-0,1%), produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (-0,2%), hotéis, restaurantes cafés e similares, (-0,3%), lazer, recreação e cultura (-0,3%) e rendas de habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, (-1,0%), resultaram na variação mensal nula do IPC total.

As principais subidas de preços foram observadas nas classes dos transportes aéreos de passageiros, combustíveis e lubrificantes, pequenos aparelhos domésticos eléctricos e combustíveis líquidos. Durante Junho, ficaram mais baratos o gás, artigos e acessórios, açúcar, doces de fruta, produtos de confeitaria, mel, chocolate e outros produtos à base de açúcar, leite e seus derivados, e ovos.

A nível regional, registou-se variação mensal positiva em Santiago (0,2%). Santo Antão e São Vicente tiveram variações negativas de -0,2% e -0,5%. Em Santiago, por exemplo, os transportes, produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, vestuário e calçado e acessórios, equipamento doméstico e manutenção de habitação foram determinantes para a variação mensal positiva do índice. As contribuições negativas foram apuradas nos hotéis, restaurantes cafés e similares e rendas de casa, água, electricidade, gás e outros combustíveis.

Quanto à variação homóloga, o índice de Santiago teve uma oscilação superior em 0,4 p.p à média nacional. S. Vicente e S. Antão registaram variações inferiores à média Nacional em 0,6 e 1,7 p.p, respectivamente.

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