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Venezuela apura 41-percento de participação nas eleições para a constituinte 31 Julho 2017

Na Venezuela contam-se os votos depois das eleições para a Assembleia Constituinte, cujos resultados deverão ser conhecidos antes do fim dia. De acordo com o Conselho Nacional Eleitoral, a taxa de participação foi 41,53 %.

Segundo a imprensa local retomada por vários órgãos da comunicação social, foi uma jornada eleitoral de sucesso, segundo disse presidente Nicolás Maduro:
“Foi uma jornada de êxito, de grande participação popular. Quem tem olhos para ver que veja. A oligarquia não tem olhos nem ouvidos para o povo. O povo foi sempre invisível para a oligarquia, a única coisa que sempre contou foi a opinião do oligarca.”
Já a oposição, afirmou que só 7% dos eleitores votaram e que o povo venezuelano não reconhecerá legitimidade ao resultado eleitoral. “Este é um governo autoritário e inconstitucional e hoje ganhou o povo venezuelano, livre e rebelde, animado pela determinação irreversível de conquistar a democracia. O governo saíu derrotado e a Constutinte não será reconhecida pelo povo venezuelano nem pela comunidade internacional”, disse o presidente do Parlamento, Julio Borges, um dos líderes da aliança Mesa de Unidade Democrática (MUD).

Cerca de 20 milhões de pessoas estavam aptas a votar, em todo o país, em candidatos para os 545 assentos da Assembleia Constituinte, que vai redigir a nova Constituição do país. O voto não era obrigatório.

De acordo com a imprensa venezuelana, 19 pessoas morreram nos protestos da oposição. Segundo o ministro da Defesa, Padrino López, nenhuma destas mortes pode ser atribuída à Polícia Nacional Bolivariana.

O projeto de Maduro teve os seus críticos também entre os “chavistas”. Quando em 1999 promulgou a Magna Carta em vigor na Venezuela, o então presidente Hugo Chávez disse que se tratava de “Uma das melhores do mundo, blindada contra qualquer capricho pessoal”.

Pelo menos uma dezena de países declararam que não reconhecerão os resultados das eleições para a Assembleia Constituinte na Venezuela: depois da Colômbia, Panamá, Perú, Argentina, Brasil, México, Costa Rica, Suíça, Chile, Espanha e Estados Unidos, a Organização dos Estados Americanos, o Parlamento Europeu e dezenas de organizações não governamentais de defesa dos direitos humanos.
De acordo com a imprensa norte-americana, o presidente dos Estados Unidos,

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