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CEDEAO e reunião de Monróvia: Deputados destacam a boa cobertura sanitária de Cabo Verde. 19 Abril 2017

Os eleitos nacionais Orlando Dias (MpD) e Carlos Delgado (PAICV) convocaram a imprensa, esta terça-feira, 18, para fazer o balanço da reunião Monróvia -Libéria e destacar a boa posição, em termos de cobertura sanitária, que Cabo Verde ocupa, neste momento, no espaço comunitário. A reunião daquele organismo do parlamento da comunidade do Estados da África Ocidental aconteceu no âmbito do seguimento ao seu Plano de Actividades, entre 11 e 15 deste mês. A mesma serviu para discutir a temática «A Política da CEDEAO em matéria de luta contra os medicamentos de contrafacção e os produtos fora de prazo - contribuição dos parlamentares na implementação e no seguimento desta política».

 CEDEAO e reunião de Monróvia: Deputados destacam a boa cobertura sanitária de Cabo Verde.

Para o membro da Comissão Mista (Saúde, Serviços Sociais e Comércio, Alfândegas e Livre Circulação de Pessoas e Bens daquele Parlamento), Carlos Delgado, Cabo Verde está melhor posicionado na sub-região africana, quanto à cobertura médica e sanitária. “Conforme os dados estatísticos, o país dispõe de um médico para 1.500 habitantes, com uma taxa de cobertura sanitária bastante satisfatória e com uma esperança de vida apontada para 72 contra 52 anos a nível da nossa sub-região”, sublinha.

Contudo, este deputado não deixa de advertir que, tanto o país como a região da CEDEAO precisam de apertar o cerco da segurança e institucionalizar sanções contra a circulação e venda de medicamentos falsificados e fora de prazo. Neste âmbito, Delgado garante à imprensa que já foi criada uma Comissão a nível da nossa sub-região, que integra, de entre outros membros, o vice-presidente do Parlamento da CEDEAO, Orlando Dias, como forma de pôr cobro às referidas situações.

“A taxa de prevalência de produtos contrafeitos fora de prazo no espaço da CEDEAO, situa-se entre os 30 e 50%, enquanto que os medicamentos antipalúdicos falsificados atingiram uma taxa de comercialização entre 60 e 70% em 2016, na nossa sub-região, pondo em risco milhões de vidas humanas. Daí, a necessidade de ter melhor segurança e controle dos produtos farmacêuticos e sanitários”, pontua deputado.

Celso Lobo

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