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A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Mon na Roda: Dupla Miriam Medina e Flávio Gonçalves representa Cabo Verde no campeonato de dança na Alemanha 12 Junho 2017

Miriam Medina e Flávio Gonçalves, do grupo de dança inclusiva ’Mon na Roda, são os representantes do arquipélago no campeonato internacional de dança em cadeiras de rodas em Frankfurt - Alemanha, que acontece nos dias 17 e 18 de Junho, em 3 categorias. São os únicos participantes do continente africano.

Mon na Roda: Dupla Miriam Medina e Flávio Gonçalves representa Cabo Verde no campeonato de dança na Alemanha

Flávio irá competir nas provas Freestyle man, Convencional, mas também irá competir com o seu par Miriam Medina. Esta diz-se orgulhosa e convicta de que, “faremos um bom trabalho. O nosso objectivo é ficarmos todos bem classificados e representar o nosso país da melhor forma. É um orgulho e uma honra levar a bandeira Cabo verdiana para as competições internacionais”.

A dupla cabo-verdiana viaja no dia 15 de Junho para a Alemanha. Segundo a Miriam Medina, presidente e a fundadora do Mon da Roda, ela e o seu parceiro vão dançar na categoria Freestyle Combi 2, a música “Di Mi Ku Bo”, interpretada pela cantora, Elida Almeida. Na categoria Freestyle man é a música do “pirates of Caribbean”. Na categoria Convencional, as músicas são definidas no momento do campeonato de dança de cadeiras de roda, que acontece em Frankfurt - vai contar com a participação de 30 países.

O grupo Mon na Roda usa a dança como elemento de reabilitação e integração de pessoas com deficiência. Tem também como objectivo diminuir as diferenças entre pessoas com deficiência e sem deficiência, combatendo o preconceito. Os cadeirantes que fazem parte do projecto vêem na dança um escape e um meio de desafiarem a sua capacidade, explorando possibilidades de movimentação espontânea e criativa.

Actualmente, o grupo Mon na Roda é formado por quinze elementos. “Temos transmitido uma boa mensagem e cada vez mais surgem mais pessoas com interesse em aderir ao grupo. Não temos mais integrantes porque muitos vivem em lugares distantes e não temos transporte”, disse Miriam.

Nicolau Centeio

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